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19 November, 2009

So, it's official! A minha London-ite está ao rubro!

A Castros, empresa de iluminação festiva (a minha favorita pelo "espectáculo" que dá todos os anos em Lamego), foi escolhida novamente para iluminar as mais conhecidas ruas de Londres... ah pois é!

Esta empresa de S. Félix da Marinha [aaah terra linda! Ou NÃO!... olha se era Grijó? Ah?! ;) ] apresenta-se assim: “aldeões” duma “aldeia tecnológica”, a “cultivar e a produzir imagens de luz”. São “artesãos”, “magos”, “sábios” e “alquimistas disfarçados de serralheiros, montadores, engenheiros e designers”.

E então também Londres volta, este ano, a render-se à sua “magia”. “London’s lights fantastic”, foi o Evening Standard que disse... mas eu assino por baixo!...
Assim, já a partir de hoje, Londres vai brilhar mais. Ainda mais que nos meus sonhos. Milhões de pessoas vão sorrir, milhares de crianças vão sonhar e ansiar... não sabendo que este Natal volta a ter uma mestria e jeitinho tão portugueses...
Oxford e Regent Street... as saudades ficam ainda maiores...

The way I see it... é assim que deve começar o Natal.

16 November, 2009

Vinha eu hoje aqui para colocar apenas uma música, das velhinhas, com que me cruzei ontem à noite... e que é daquelas que faz sempre ouvir e manter fresquinha na mente... mas antes, fui espreitar o cantinho do meu querido Max.
Confesso que os meus olhos ainda estão marejados e que, mais e mais, tenho pena que não mores na porta ao lado... algo me diz que serias uma óptima surpresa, as, my friend, we are kindred souls... e se me apoias sem pedir, sem imaginar... só posso imaginar...:

Para todos quanto realmente me conhecem,
Para todos quanto pensam que gostariam de me conhecer,
Para todos os que, depois de olharem, perderam o interesse,
Para todos quanto conheço ou não.

[Obrigada]

Porque são estas as palavras que me bailam na mente. Quando alguém se cruza comigo na rua e e olha mais fixamente. Quando sou deixada para trás. Quando vejo a desilusão pautada na cara de quem me "pintava" de outra forma.

Meu querido, my person... as portas não se fecham sozinhas. E sejam 1.30 ou 5 da manhã... estarei lá para fechar a minha com a vossa ajuda e ajudar-vos a segurar (ou bater com) as vossas.

E como ironia do destino, a música era esta:

12 November, 2009

I guess that by now... you've gotten my point.
Yes people! It's my first blogversary! :)
A palce that started out of anxiety and boredom... turned into an addiction... and now, as a great friend puts it, it's just "your soul into words".
Yeahy for me. But not only me... but also for you. ALL of you.

Todos os que leram, que comentaram, que passaram os olhos (e os ouvidos) por esta "piquena" página nos confins da internet. Mesmo vocês que cá vieram parar ao engano e se assustaram; e os que apesar de tentarem a cada post... sentem que cada vez percebem menos... You guys are unique!

Porque nestes 365 dias a vida mudou e, muitas vezes, o ponto de partida foi este cantinho. Deu, dei, demos muitas voltas e não somos mais os mesmos - mesmo que muitas vezes pareça que continua tudo igual...

Thank you all who have shown me the most varied shades of love.
And to all... a good night!

08 November, 2009

James... é sempre o James... I guess I'm a creature of habits, ah?



Estranhamente... dou por mim a querer retirar as palavras que disse ontem.
Não que fossem ou sejam falsas. Nem eu sei explicar bem... mas também... quem é que as mandou fazer perguntas indiscretas?
Como sempre que me é difícil, quando sou apanhada de surpresa... consigo explicar por muitas, muitas palavras... sem que me esteja a iludir.
Mas não me apetece... e então... dou por mim calada.
Fica a música. Enjoy!

02 November, 2009

Sábado li:
"Encontra um homem bom e procura imita-lo. Encontra um homem mau e examina-te a ti mesmo."

Hoje entrei pela porta para dar um bocadinho mais de mim. Para fazer o que muitos (ou serão poucos?) fazem.
E do responsável ouvi a certa altura: "Obrigada por dispores do teu tempo. Porque muitos não percebem que só dando poderão receber." E sorriu-me.
Mas será que ele não vê que eu não estendo apenas a mão? Atravesso essa porta à procura de pessoas, da próxima que me salvará. Eu não dou ponto sem nó.
Sou self-absorved? Não sei. Calculista? Se calhar... Dou porque quero ver os outros melhor e saber que tive algo a ver com isso. Mas... também dou por mim. A ver quando me dão algo. (Se calhar não devia estar a escrever isto...)
Costumo pensar: "A principal diferença está em que eu sou altruísta e ele egoísta". Não duvido disso. Porque quando o meu egoísmo vem ao de cima... está sempre apoiado nos outros.

E depois? Chego a casa e ouço "a minha voz" do outro lado da linha: "É cruel. Mas a revolta está em elas terem seguido em frente e nós não".
Pois é.
Mas eu tento. Com todas as armas e forças que encontro.
Hei-de voltar lá!

28 October, 2009

Well... I'm just sad, plain sad.
All this wieght being lift off my shoulders, the knowing that it/I wouldn't last here, the ever so present feeling of being a misfit. I know... and I'm glad.
It's just that... now? C'mon!... I was getting used to having a routine. Even if I didn't like it, I was getting up and making my way to go and get somewhere.
And this time... I do feel the door closing, with a big, a huge bang!
It's getting tiring... me realising I'm a failure in the one department I've always put my faith first, the one I prioritazed. And, apparently... I now also suck at it.
Call me arrogant, call me proud, call me what ever you feel like... this is just me, reacting. It's stronger than me and I can't help it.
So... this evening, I will go out, with a bang if needed, knowing I'm just tired. And I'm no good. Yes... that's right, I'm admiting and accepting, you may now schock in “awww”.

Maybe this “bang” is, in fact, wider. It's trully me being able to look at all of you with my “first impression eyes”, the ones that saw nothing and knew nothing, like nothing ever really connected us before – it breaks and freezes my heart writting this.
Funny how my recent “befores” are such a mess and all look like a blend of “early today” and “decades ago”.
- - - - -
Vê-las ontem foi ver-nos. O meu I'm asking you please here tão explícito. Tu sabes que mesmo quando não disse as palavras elas estiveram lá, certo? E a presença que te pedi quando o assunto foi o "Podes dizer a verdade. Porque em ti eu confio", é a mesma, ou ainda maior, a que te imploro agora – já reparaste que tudo o que te faço é pedir, exigir, implorar? Porque és a my person e quero-te desse lado. Mesmo que eu tenha que ser a Baby-talker desta relação.

So let's close the door with a bang. Start with an almost clean slate. Venham as gargalhadas regadas a “Tangue!” e as noites em Vermoím... venham os olhares de soslaio... para algo (mais) a bomba sexy e loira terá que servir, certo?
E ao life motto “Gosto de nomes vulgares e perco-me em olhos subejamente conhecidos” segue-se o actualizado “Me chama de filho, me passa seus genes, me joga nos Pupilos” (read with a brazialian accent, please)...
Até pode vir a acontecer magia... a seu tempo.

E como “despedida” peço... cantem comigo: Take me away, take me awaaaaay, to a cela almofadada, almofadadaaaa...

16 October, 2009

As areias movediças sempre me fascinaram.
Sim... eu sei... são a morte certa; a asfixa (mais do que democrática...), o pânico, o fim.
Mas sempre que penso em alguém (engraçado que nunca sou eu...) preso, naquele processo de "afogamento", não consigo deixar de pensar que a areia deve parecer-se algo como papas de aveia. Macia, quente, aconchegante, quase reconfortante. Nesses momentos, quase consigo sentir essa ambiência, esse toque na pele...
E o estranho está em que esta imagem está mais e mais comigo desde Domingo, quando, de certa forma, passei por uma situação quase oposta, a meu ver. Percebo agora porquê quem passou por esse tipo de cerimónia, quem fala, tem um brilho nos olhos, lhe dedica a vida, quase como um viciado. Também eu mal posso esperar por voltar!... mas agora com o medo que não volte a ser igual. Incrível esta minha capacidade de me amedrontar... não? Damm it, girl!

Depois vem o amargo de boca, a frustração. Volto a querer, a estar perto de fazer algo que sempre admirei nos outros. Volto a esticar os braços para agarrar, a esticar para alcançar... algo.
Olho à volta e vejo... problemas, desilusões... e - surpreendentemente! - já não me sinto ir (tão) abaixo, porque, vinda não sei de onde (ou será que sei?...), vem uma pequena Luz.
Então... oh joy!... quero (voltar a) dar, ajudar, sentir, mudar. E na "ânsia" (com melhor índole, desta vez) procuro. O triste? é que pouco encontro.
A uns quero gritar: Não fujas!
A outros sussurrar: Volta...

Mas do que é que gostei mesmo, MESMO?
Ao perder-me nestes pensamentos (que muitos de vocês devem estar a ver como insanos)... quarta-feira, em plena estação de comboios apinhada de gente (em hora de ponta), voltei-me a sentir doce, capaz de ternura.
Porque os olhos da menina pequenina, que agora olha para a rua, para o outro lado do passeio, também hão de olhar para alguém ( ou algo) que a espere à saída da carruagem. Any time soon...

15 October, 2009

I have a firend who keeps on telling me: "I know there's an animal inside you. The exicting, full of lust kind of animal someone will lour out of your cage. You must be amazing when you have no barriers or limits on your mind. And you give in...".
And so I smile, and I blush...

And then, Amanda wrote this on her blog:
"Maybe inside each of us there is a lion, but when we open our mouth to let out our mighty roar, a meow comes out instead..."

Then I wonder... what do I feel like being right now?
And what about you guys? In which cathegiry do you fit in?
- - - - -
Olá?! Sim, tu... sabes aquelas palavras que estás a precisar de ouvir, mas que eu não posso dizer porque não posso largar o mundinho and ask "My kingdom for a train!"?
Vai ali ao conjuntinho de links catitas do lado esquerdo e clica em "Insomnia" (último texto sem título). E então? Só ficam a faltar as três chapadas.

14 October, 2009

Não era isto que eu vinha aqui dizer hoje... o meu espírito não é minimamente este, neste momento.
Mas este texto já está aqui "parado" desde Abril (?)... e hoje... à luz do que vi... acho que é perfeito.
Não só para mim, mas para todos nós que vivemos aquele momento. Pelos vistos, a distância é real... e a vida? Essa... segue e marca os trilhos.
So... I'm kind of speechless...

Se me tivesses pedido tinha ficado.
Teria inventado tempo no tempo para te amparar.
Um tempo que não existe.
Um tempo irreal.

A tua vontade era saciada.
A minha necessidade era satisfeita.
Uma necessidade inventada por mim, para ti.
Porque choro? Por desamor. Por querer amar-te e não conseguir.
Por querer gravar na minha pele o teu cheiro, a tua essência e não ficar.
A tua entrega desvanece nos lençóis.
Desaparece na água que ouço correr.

Queria tanto poder recolher pensamentos.
Pensamentos teus, de ti, de nós.

Mas eles não foram desbravados. Não os consigo alcançar.
Não me fazem suspirar, arrepiar, desejar por mais.


Queria tanto que a minha boca sedenta de ti ficasse.
Dormente por cada beijo teu.
De todos os silêncios contidos, queria pronunciar a palavra amor.
Gritar em desalinho o fogo teu. Suspiro.

Porquê os meus olhos não seguem os teus?
Esforço-me para alcançar o teu horizonte. Em vão.
Queria que ficassem hipnotizados em ti.
Seguem outro vulto qualquer. Sem dono. Sem direcção.
Mesmo assim, se me pedisses tinha ficado.
Apesar da alma ausente, o corpo está presente.
E tinha inventado tempo no tempo para te amar.

Aqui: http://sagrado-ou-profano.blogspot.com/

09 October, 2009

A melhor forma de começar um dia... e uma 6ª feira!
Chego eu aqui... já a suspirar e a olhar para o relógio (ainda faltam 8h e 17m...) e sou brindada com este presente:

Da Fatucha (Para lá das Lentes) e do Daniel (Sair das Palavras) ... pelas melhores razões :)

Às vezes até me esqueço que sou capaz de dar tanto e sentir tanto... e não, não digo isto com pretensiosidade... mas sim porque adoro abraços, dos sentidos, dos apertadinhos, daqueles que unem duas pessoas com fios invisíveis num momento sem tempo.

Por isso? Este é o melhor dos inícios de dia. Retribuo-o não só a eles... pelas razões que já lhes indiquei... como:

- à minha pessoa, à minha eu, Mónica (hoje, Cristina);

- e, do mundo dos blogues: ao "meu" Jorginho, ao Bruno, ao Max, à Isabel, à Eva, ao Vitinho, à Tita, ao Louis, à Amanda Grace e à JB - todos por razões diferentes, que "só nós" sabemos, todos com intensidades diferentes, mas todos, todos merecidos;

- e deixo ainda um abraço a um pequeno grupo de pessoas... eu sei porquê. Vocês? Tirem as vossas conclusões...

Respondo agora às 3 perguntinhas da praxe:

- 1. Quem mais gostas de abraçar no presente? Os que mais amo, no mais verdadeiro significado da palavra e do acto. Dar aquele abraço, o que despe a alma, em vez do corpo, aquele que mostra tudo, sem serem necessárias palavras. A família, outros estão aqui indicados...

- 2. Quem nunca abraçarias? Eu, pessoalmente, renego a palavra nunca. Por isso... esta é a resposta mais difícil. Não me consigo ver a negar um abraço a ninguém... por isso...

- 3. Quem davas tudo para poder abraçar? Como nostálgica que sou... a primeira, primeiríssima resposta é: aqueles que já não posso! ( o meu avô, o Lars, a Joana, a Ana...) e os que, de uma forma ou de outra, já não se deixam abraçar (parvos!). Não me pareça que esteja a responder muito bem a isto, pois não?

Isto tudo para deixar o mais doce a mais apertado dos abraços, não só aos que indiquei, mas também a todos os que me leêm. E aos que "fora daqui" estão ou estiveram na minha vida. (Deixo ao vosso critério guardarem-no e exibirem-no, como só vocês sabem...)

 
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