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25 May, 2011

Hoje em pesquisas nas estatísticas do meu blogue descobri que quem lê a Mary Lane, também vem parar ao meu cantinho.
Não sei como, nem porquê (que o meu Alemão está muito enferrujado)... mas até que fico lisonjeada.

Olhem para estas fotos:









I'm in love... quase ganho vontade de voltar para as aulas de Alemão no secudário.

10 August, 2010

Há muito tempo que não fazia algo assim, mas este questionário deu-me vontade...

1. a tua ultima relação foi um erro? Não.
2. quem foi a última pessoa que te disse "amo-te"? A minha melhor amiga.
3. lamentas-te muitas vezes? Mais do que devia...
4. és tímido ou extrovertido? Sou terrivelmente tímida mas por detrás de uma boa máscara.
5. és rapaz ou rapariga? Rapariga.
6. qual o teu estado da tua relação? Em crescendo sustentado.
7. como queres morrer? A dormir.
8. qual foi a ultima coisa que comeste? Arroz de marisco.
9. fazes algum desporto? Neste momento não.
10. róis as unhas? Não.
11. quando foi a tua última luta física? Não me lembro.
12. tens atitude? Dizem que sim...
13. gostas de alguém? De muita gente, gosto facilmente.
14. qual o teu verdadeiro nome? Acho que não é difícil de adivinhar...
15. odeias alguém neste momento? Essa fase já passou... tenho "urticarias" de estimação, só isso.
16. sentes a falta de algo? Sim.
17. tens animais de estimação? Um canário amarelo alaranjado, o Pintas.
18. como te sentes hoje? Nervosa!
19. já comeste num carro onde alguém ou tu estava a conduzir? Claro.
20. tens medo de aranhas? Não.
21. se te dessem a oportunidade de voltar atrás, tu voltavas? Depende da situação, do momento para que voltaria.
22. lamentas alguma coisa no teu passado? Sim.
23. quais os teus planos para este fim-de-semana? Para este não tenho - aceitam-se sugestões :)
24. queres ter filhos? quantos? Talvez...
25. já alguma vez beijaste alguém cujo nome comece por um S? Não.
26. tens piercings? Sim.
27. consegues falar bem? Tento, a profissão exige.
28. sentes falta de alguém do teu passado? Sim - do meu avô.
29. já fizeste alguma festa do pijama? Sim.
30. já alguma vez estiveste em cima de um cavalo? Não.
31. já beijaste alguém nojento? Depende do conceito de nojento - à época podia não ser e agora é...
32. já partiste o coração de alguém? Sim.
33. já alguma vez foste enganado? Sim.
34. já alguma vez fizeste o teu namorado chorar? Sim.
35. queres viver com alguém sem casar? Sim.
36. o que devias estar a fazer? A trabalhar... (shiiiu)
37. já gostaste tanto de alguém que até magoasse? Sim.
38. tens namorado? Não com esse rótulo.
39. qual é a tua cor favorita? Vários tons de azul e vários de violeta.
40. confias facilmente nas pessoas? Facilmente sim, demasiado não. Há uma grande diferença.
41. tens uma boa relação com os teus pais? Tenho, apesar do choque de personalidades.
42. qual foi a ultima pessoa que te viu chorar? A minha Móninha.
43. dás segundas hipóteses facilmente? Mais do que devia.
44. é mais fácil perdoar ou esquecer? Perdoar.
45. este é o melhor ano da tua vida? Ainda vai a meio...
46. qual o nome que te chamavam em criança? Em casa, o que me continuam a chamar. Os amigos vão variando as alcunhas.
47. já alguma vez foste para algum sitio completamente despido? Para um sítio público não.
48. acreditas que tudo acontece por um motivo? Sim.
49. qual é a ultima coisa que tu fazes antes de te deitar? Tiro os óculos.
50. o que é que te incomoda? Uuuuuui... vocês têm paciência?
51. já alguma vez estiveste fora do país? Sim - Espanha e Inglaterra.
52. estás a ouvir musica neste momento? Sim, "Voar" do Tim.
53. gostas de comida chinesa? Bastante... até ando com saudades
54. tens medo do escuro? Não é tanto um medo, é não gostar da sensação de "cegueira".
55. nunca fazes batota? Faço
56. és rancoroso? Sou, mas cada vez menos e por menos tempo
57. consegues manter sapatos brancos limpos? Não uso sapatos brancos...
58. acreditas no verdadeiro amor? Sim. Sem romantismos exagerados.
59. gostas de sair á noite? Gosto, para programas calmos... a época da doideira já foi.
60. queres-te casar? Se acontecer...
61. é amoroso quando um rapaz te trata por ''bebé''? Depende... preciso do meu período de habituação, mas acho que nunca nenhum me chamou isso sem ser a brincar.
62. estás com fome? Não.
63. o que te faz feliz? Uuuui... vocês têm tempo?
64. mudavas o teu nome? Não. Demorei muito tempo a aprender a gostar dele para mudar agora.
65. gostavas de ir aos Pirenéus? Não.
66. vês as notícias? Claro!
67. qual é o teu signo? Virgem.
68. gostas de andar de metro? Adoro, tanto os nacionais como os internacionais!
69. foi difícil beijar a ultima pessoa que beijaste? Não.
70. o teu melhor amigo do sexo oposto gosta de ti, o que fazes? Depois de engolir em seco tento aligeirar a situação...
71. gostas de falar com os teus amigos? Adoro falar... e os amigos são a companhia ideal.
72. já alguma vez fingiste não ver alguém que conhecias? Sim, oh oh...
73. és teimoso? Muito.
74. qual foi a ultima pessoa do sexo oposto que falou contigo? O Eng.
75. faz diferença que a pessoa com quem namoras fume? Não.
76. qual foi a ultima pessoa com quem tiveste uma conversa depressiva? Com a Móninha e com o J.
77. qual é a tua musica favorita? Uuuui fiicava aqui o dia todo...

E pronto isto foi para ver se espairecia... E logo à noite há farturas.
E um lugar para Quinta-feira...
[ E o Blogger não me deixa fazer o upload de imagens...]

06 August, 2010

Saí para ir ter contigo.
Cansada, ensonada, sem saber mais nada que o teu carro e um jantar, porque contigo nunca sei.
Fiz contigo os caminhos do "outro", mesmo que não sejas o "primeiro".
Conversa, paisagem, trabalho, o lugar do jantar de amanhã, o Douro, o por-do-sol.
O andar sempre três passos atrás de ti, o Euro para o arrumador, o jeito desconcertado com que me puseste o braço. Tu sabes que não sou igual ao normal, chamas-lhe um pormenor, mas de vez em quando (re)lembras-te.
Jantar, a tua voz, os meus olhos.
Um cigarro, o Sporting, a não formalidade, os homens de 30 anos, as tarefas domésticas divididas, o casamento improvável, o acordar no quarto numa possível viagem a dois. O pouco que eu fiz que parece muito. A piada que não consegui acabar porque tenho momentos de fraqueza. O beijo na cara e o fechar a porta devagarinho.

E o que é que eu aprendi ontem?
Que somos um casal informal.
Que estás feliz, que eu até estou bem assim. A ver se diferente é melhor.
Mas eu tenho sempre os meus mas - vais aprender isso com o tempo, tempo não nos falta, até porque dou por mim a não o contar com atenção.

Que venha o fim-de-semana. Jantares e amigos que me fazem sorrir mesmo com sombras do passado. Aconchego do lar. Rio e Mar. E quem sabe uma declaração para encerrar o capítulo.

São 11 da manhã e apetecem-me pipocas.

29 March, 2010

Hoje tenho a dizer que estou incontactável o dia todo - e por causa disso tenho o coração nas mãos.
Hoje tenho a dizer que 6ª feira foi calma.
E Sábado fantástico! - o que é que se passa entre mim e os Es.?
E que os hoteis de 5* fazem mesmo a diferença.

Hoje tenho a dizer que espero ansiosamente por amanhã.
Hoje tenho a dizer que sei porquê que a semana vai ser mais fácil - percebo o que quiseste dizer, por isso, vá!...
Hoje tenho a dizer que são cada vez mais os momentos em que acho que o corpo vai vencer o coração - e continuo a sentir que não quero isso.

Quero voltar a ter o mesmo pensamento over and over again, para sentir o coração cheio do palpite mais certo.

Hoje quero o mesmo que ontem e exactamente a mesma coisa que amanhã.

15 February, 2010

O mundo lá fora está quase parado. Uma especie de domingo chuvoso, mas em versão 2ª feira de manhã.
Pouco trânsito, pouca gente no metro. Muitos lugares de estacionamento livres.
Muito, muito frio.
Quase não sinto os dedos da mão direita.
3 camisolas e as badaladas lá fora.

O fim-de-semana começou pequenino, com o coração apertado; mas com a ideia de que tudo se resolve.

De manhã, um convite inesperadamente doce, que faz sorrir.
O dia correu e Sábado o relógio fugiu ao controlo. Mas as horas funcionaram a favor.
A novidade que não chocou. Ser e aparecer.
Sair para o frio da noite ao encontro do calor de um universo paralelo em que a madrugada se precipitou e o carro quase me fugiu das mãos.
As horas passam. Pertencemos a partes ainda únicas da vida que se vão solidificando, como pontes.

Hoje o mundo lá fora está parado, cristalizado no frio. Uma ansiada "ponte". Em que mais me parece Natal e não Carnaval.
A noite, em anos, promete folia.
Volto ao trabalho com os ombros mais leves.
Feliz por ter acertado à primeira: Miguel...

Há "pontes" que alteram a perspectiva da passagem do tempo...

08 February, 2010

Today I want to hear of no tears. Of no regrets, of no fears.
Today my pacience for the lack of a smile is none.

I wanna remember all of you happy... even if we find it difficult.
I wanna get and share great news.
I wanna believe I'm closer to you; and what would have happened if I were awake when you whispered my name last night.

You're feeling that sweet envy one does when you're happy for someone you love. [Right?]
You're thinking of me with a smile.
You're wondering what will happen next.

And this will be a good day.

08 January, 2010

These last few weeks have been soooo full of surprises that... today, on a slower day... I find myself missing them.
We can't be surprised all the time, can we? Or it will lose its special flavour...

But it has been a day full of coincidences like it's the 8th of January ( Parabéns J. e N.) and it's the 8,888th day of my life.
I called my best friend who was holding the phone on her hand to call me.
I got to cheer up a friend that passed most of the last months cheering me up.
And everytime a not so smiley thought comes into my mind I'm albe to shush it away...

So... it may not be a day full of surprises... but I feel that will end up being a good day.

As tomorrow I'm gonna hug my person for the first time in weeks and hold her tight with all my love.
As tomorrow a good friend will board on a trip that can change lifes...
As tomorrow smiles and surprises can happen again.

And what's tomorrow? The day after today, a normal, calm day.

07 January, 2010

Comecei a escrever. Em inglês. E quando dei conta, o dedo indicador carregava forte na tecla do delete e todas as letrinhas dessapareciam. Wierd...
Sim hoje estou hazed. Bem... mas confusa. A querer fazer mil coisas. A sonhar outras mil. À espera de tudo. A querer ser ainda mais etérea para me poder dividir e ser tudo o que todos precisam para estarem bem.

Estou gelada por fora. Mas sempre um bocadinho mais quente no coração, porque ultimamente, cada vez menos me esqueço de agradecer.

Dar-te a mão e estar aí quando mais um pedacinho do teu coração partiu.
Querer lembrar-te para não te esqueceres, e ganhares coragem.
Querer sorrir e abraçar-te pelos sorrisos, carinho e amizade fresca como o orvalho.

E tudo isto a pessoas diferentes.

Sim, há poucas pessoas na minha vida. Porque muitas foram postas fora - eram elas ou eu. Mas sinto que, mais e mais, está quem conta. Triagem...

E não é que hoje a minha imagem mental se resume a pétalas?
Caídas no chão, caminhos de cor... em que me apetece saltar, como tu saltaste pocinhas, feito criança.

24 November, 2009

Nós mulheres também temos os nossos clichés... uns dias queremos o príncipe alto, loiro e dinamarquês... outros o espécime cheio de confiança a quem só lhe falta cheirar a cavalo e ser mau(zinho) [reparem no importantíssimo "só", porque esta vertente do cheiro é bastante opcional, ok?].
Por um lado, queremos o homem doce, capaz de adormecer o rebento à noite, o homem "quente" que nos olha com os olhos certos. Por outro, as loucuras e devaneios da mente masculina.
Dividimo-nos entre o "serás meu" e o "os bons já são comprometidos"...

E com a mente dividida, numa noite de pesquisa... cruzei-me com este poema, que mais tarde virou canção:

Que me venha esse Homem (Bruna Lombardi*)


Que me venha esse homem
depois de alguma chuva
que me prenda de tarde
em sua teia de veludo
que me fira com os olhos
e me penetre em tudo.

Que me venha esse homem
de músculos exactos
com um desejo agreste
com um cheiro de mato
que me prenda de noite
em sua rede de braços
que me perca em seus fios
de algas e sargaços.

Que me venha com força
com gosto de desbravar
que me faça de mata
pra percorrer devagar
que me faça de rio
pra se deixar naufragar.

Que me salve esse homem
com sua febre de fogo
que me prenda no espaço
de seu passo mais louco.


E só posso dizer: a ti, meu "Homem Completo", peço que também sejas capaz de tal... entre muitas outras coisas.

Porque sim, as mulheres são complicadas, e eu? Não tenho vergonha nenhuma em assumi-lo.


* Tinha que haver alguma razão para esta senhora inspirar o meu nome... para além da beleza, claro! É a inteligência, whatelse?

16 October, 2009

As areias movediças sempre me fascinaram.
Sim... eu sei... são a morte certa; a asfixa (mais do que democrática...), o pânico, o fim.
Mas sempre que penso em alguém (engraçado que nunca sou eu...) preso, naquele processo de "afogamento", não consigo deixar de pensar que a areia deve parecer-se algo como papas de aveia. Macia, quente, aconchegante, quase reconfortante. Nesses momentos, quase consigo sentir essa ambiência, esse toque na pele...
E o estranho está em que esta imagem está mais e mais comigo desde Domingo, quando, de certa forma, passei por uma situação quase oposta, a meu ver. Percebo agora porquê quem passou por esse tipo de cerimónia, quem fala, tem um brilho nos olhos, lhe dedica a vida, quase como um viciado. Também eu mal posso esperar por voltar!... mas agora com o medo que não volte a ser igual. Incrível esta minha capacidade de me amedrontar... não? Damm it, girl!

Depois vem o amargo de boca, a frustração. Volto a querer, a estar perto de fazer algo que sempre admirei nos outros. Volto a esticar os braços para agarrar, a esticar para alcançar... algo.
Olho à volta e vejo... problemas, desilusões... e - surpreendentemente! - já não me sinto ir (tão) abaixo, porque, vinda não sei de onde (ou será que sei?...), vem uma pequena Luz.
Então... oh joy!... quero (voltar a) dar, ajudar, sentir, mudar. E na "ânsia" (com melhor índole, desta vez) procuro. O triste? é que pouco encontro.
A uns quero gritar: Não fujas!
A outros sussurrar: Volta...

Mas do que é que gostei mesmo, MESMO?
Ao perder-me nestes pensamentos (que muitos de vocês devem estar a ver como insanos)... quarta-feira, em plena estação de comboios apinhada de gente (em hora de ponta), voltei-me a sentir doce, capaz de ternura.
Porque os olhos da menina pequenina, que agora olha para a rua, para o outro lado do passeio, também hão de olhar para alguém ( ou algo) que a espere à saída da carruagem. Any time soon...

15 October, 2009

I have a firend who keeps on telling me: "I know there's an animal inside you. The exicting, full of lust kind of animal someone will lour out of your cage. You must be amazing when you have no barriers or limits on your mind. And you give in...".
And so I smile, and I blush...

And then, Amanda wrote this on her blog:
"Maybe inside each of us there is a lion, but when we open our mouth to let out our mighty roar, a meow comes out instead..."

Then I wonder... what do I feel like being right now?
And what about you guys? In which cathegiry do you fit in?
- - - - -
Olá?! Sim, tu... sabes aquelas palavras que estás a precisar de ouvir, mas que eu não posso dizer porque não posso largar o mundinho and ask "My kingdom for a train!"?
Vai ali ao conjuntinho de links catitas do lado esquerdo e clica em "Insomnia" (último texto sem título). E então? Só ficam a faltar as três chapadas.

22 September, 2009

Life is funny. Full of funny ways and twists. And sometimes... just sometimes... we just get too caught up in it to take a notice (sadly).
Today... is being one of those days, calm – almost too calm – and so, I got thinking (I missed this... plain thinking). About all the subtil chances we almost don't see as we haven't got the time.
For example me:
- I got to enjoy train rides now;
- I love the feeling of reading on the train, when, before, I used to get motion sickness;
- I'm slowly starting to feel more and more free – even if I amaze myself and others on the process...;
- I still feel capable of having fun, unexpected, “empty” fun – please give me more of that!;
- I'm starting to enjoy, more and more, my morning ritual and I (do) feel protected - it's not that futile and I know they're listening;
- Strangely, my priorities have changed;
- When I look at myself now, from the inside, I see myself sitted, watching. On my red dust road, nothing on the horizon, like in a desert, and few bumps on the landscape behind me (a few flowers here and there, and -now- small hills that once were montains. But now, for now... just red dust, a shy sun and the feeling of warmth. And it feels okay.

I don't see it as a returning to the Past, as an emprisonement, at least not today (yeah... I'm back! The "Today girl"!). I just feel it like me slowing down. Getting in touch with some usual harmonies and habits I thought I'd lost. But I guess not... maybe this is just me... returning to my pace.
Yeah... I'd love the “read my mind, act on it, sweap me off of my feet” thing... but I'm not that. So I'll get back to watching, dreaming, hoping and thanking – when my mood allows it! - what I have, instead of just craving.
As... my Dumblie... you are right. "It didn't end when the phone was disconnected. It ended the day it began."


For the begining was of another kind.

28 August, 2009

Com a fluída saia dourada, de pés descalços sob a relva fresca... danço debaixo de um certo sol.
A brisa, os salpicos frescos de encontro à pele, ai que saudades!... porque agora sei apreciar o lugar que me sorriu quando ainda estava perdida nas memórias, mas que mesmo assim me atraiu e susurrou: "Anda caminhar cá fora, encontra-te comigo".

Como ouço, neste exacto momento, In my place, in my place... I was scared and underprepared.
Talvez tenha sido isso.

Mas sei que quero lá voltar, sei que lá fiquei.

Na simplicidade da vida, num fiapo de tempo interminável.
Please, comeback and sing to me, ouço.

E neste momento... com o sol a começar a descer, com todas as cores ainda mais vivas, com o conforto do chão fofo... dançaria e cantaria isto [http://www.youtube.com/watch?v=s5HZgTTy0b0], num pleno acto de liberdade...

Há surpresas tão giras :D... e o youtube que hoje não quer colaborar...

18 August, 2009

It looks like despite of all of our differences and the (forced) distance we are still similar.
I don't know if all you have been doing is a lie (more and more I see you as the Great Pretender); I know my efforts weren't, I mean... I hesitate, I'm known for my incoherence, but I know I'm always me.
But, strangely, and against my will, I guess we meet again in the same page. But now, this time, I actually didn't like to see us sharing moments, I felt like you are trespassing my soul by putting my state of mind into (your)words.
I've known, for quite some time now, that that is the general feeling in me, the not knowing how, why, how come. And I know where it comes from. That's the gap between us... I don't act like everything is such a big suprise. I don't, I can't contradict my nature.
The general sensation of crumbles... you brought that to me; but I always thought that you'd come off of it sooner. But then again... we can't forget it is Summertime...
For all the not that nice feelings you made and make me feel... I can't help but feel "good" to see you a bit balanced. Or else life wouldn't be fair... and from you and about you that is all I expect: justice.
So, a previous statement comes to light again “Tu és. Eu... tento não ser.
- - - - -
We are allowed to crave for foolish things, right?
All of the practical facts and my rational side tell me that it can't be. That everything is okay. I jsut have to wait... and in normal circumstances I wouldn't care.
I've crossed the line further before and things went along fine... I'm just sick of counting the days and the hours. Being anxious doesn't help, I know, but I can't help it. I'm kinda going crazy here!!!
I just know that now that I killed the cat's curiosity I don't think I'll be pulling a stunt like this one again.
But at least I learned something from it. Like with everything in life, right? [I've breaken another wall]


- - - - -
Minutes after breathing, reuniting, talking... that hapenned...
Like a warning... "Behave, little girl! There are worse things in life."
And now I have yet another thing to worry about...

13 August, 2009

O laranja de final de tarde, estival, espreitava por entre as árvores.
Deitada debaixo dos ramos longos, que quase beijam o chão, ramos que já abrigaram tantos sonhos e gargalhadas, deixa a mente vaguear.

“Para quê um divã num quarto cinzento quando se tem o verde, o laranja e o azul reunidos em torno da brisa?”

Desde há meses que não olha a natureza da mesma forma. Acima de tudo, a natureza humana.
A viva e verdejante – e com ela – aprendeu a ver com os olhos da alma. A ver como os detalhes podem parecer saídos de obras-de-arte. A enquadrar elementos para mais tarde recordar. Aprendeu a resgatar detalhes que tenta, contra a personalidade da sua memória fotográfica, guardar na memória.
Mas a natureza humana... a humana...
Essa natureza não cansa. Será pela capacidade de surpreender? Pelo expectável dentro do inesperado?

Que não a olham como deviam? Sabe. Que, pela sua personalidade fugidia, é sempre vista como responsável e causadora? Imagina.
Porque os sentimentos e a sensibilidade, poucos conhecem. (Às vezes nem ela...)
A maior surpresa reside dentro dela. Dos passos pequenos que dá, que por vezes se transformam em corridas de 100 metros barreiras num passe mágico. Quando as palavras lhe escapam dos lábios. Quando, de manhã, se imagina capaz de fazer algo, que até aí, não fazia parte da sua personalidade.

A temperatura começa a descer... mas o brilho do Sol permanece. No sorriso aberto de que poucos conhecem o esplendor, nos olhos que poucos conseguem ou sabem ler.
Esta unicidade existe ainda? Talvez... o acesso é que se torna difícil. “Todos são maus até prova em contrário.” Profundamente agradecida por quem tem, não consegue evitar um suspiro triste quando esta frase se repete interiormente. Agora percebe a verdade nesta frase, enquanto pensa em largar o mundo por um (certo) abraço. Daqueles que despem, não o corpo, mas a mente. O quanto anseia por esse toque...

E a mente... essa viaja, a uma velocidade cada vez maior.
A relva fofa é o chão que sente, que a prende à realidade... o lugar de onde gostaria de escapar, pelo receio de repetir estórias ou de, mais uma vez, na sofreguidão, escolher o trilho errado.
Olha o laranja do céu mais uma vez. Respira a brisa enquanto tenta sacudir as memórias e deixar permanecer apenas um sorriso. O seu (que parece tão perdido e desprovido).

- - - - -
Caght in the warmth of you after all the walls came tumbling down.
So here I find myself again... hostage of a dream. When all I seek is reality.
I used to ask “make me believe”. Now... I just want you near, not to test me or to make the nightmares go away... but just to be close.


- - - - -
Vitinho... como é que sabias que aquela é a minha música favorita dos Humanos? ;)

11 August, 2009

[E não, este não é - já! - um apelo ao dever cívico de cada um para as próximas eleições. Temos tempo para isso, mais tarde.]


Porque tenho estado dividida entre sorrisos e fantasias, vontades e desejos, entre solicitações, entre carne e etéreo... e porque tenho sentido as pessoas mais importantes para mim indecisas também...

A mim, e a vocês que adoro, digo: não olhem a indecisão de lado, como se fosse um convidado inesperado e chato.
Aproveitem o balanço, a agitação miudinha que traz... e tomem as decisões no seu vai e vem.

Então, lembrei-me desta letra... da forma como, dependendo dos dias, pode dizer tanto - (recomendo a versão dos Humanos).


Estou além - António Variações

Não consigo dominar
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P’ra não chegar tarde
Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
[...]

Vou continuar a procurar a quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só

Quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
[...]


Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P’ra outro lugar

Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar
Porque até aqui eu só

Estou bem
Aonde não estou
[...]




Não será este, um bocadinho, o Fado dos nossos dias?

- - - - -

Realmente... tu não enganas ninguém...

Será que eu vou conseguir? Incluindo a mim mesma?...

I miss you... I really do...

13 July, 2009

Just to say that, in the spirit of coming back (home), there is new music filling the air around here.

Some things have changed in these weeks... but I'm just too tired to write them all down, now.
But I promise I will...

For now a thought lingers: I'm a branded girl...
And a word sticks: Luck...

20 June, 2009

Someone that cannot love - David Fonseca

You locked your heart
You wake up with tears and
stars in your eyes
You gave it all to someone that
Cannot love you back

Your days are packed
With wishes and hopes for the

love that you've got
You waste it all to someone that
Cannot love you back

Someone that cannot love

Love, ain't this enough?

You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more


You secretly made
Castles of sand that you

hide in the shade
But you cannot own the
tides that break them
And you build them all over again

You talk all these words
You make conversations
that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back

Someone that cannot love

Love, aint this enough?
You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

Love, love, ain't this enough
This pushing around
To find little comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

You know they'll bruise you more
Words they will hurt you more


This week I had to and got to think and study myself - for real, with scientif rules and guide lines.
I guess the crossing of the stars do not fall into mistakes and till the end of the month I reallyhad to re-test myself like you've told me one day.
The funny thing is that that didn't scare me. It felt good. Like now I kinda know myself... like that is possible.
And then, this morning, I heard this. When David speaks like this I always find myself nodding a bit affraid.
I guess that's the final score of my "testting" right now... a big junction of doubts and echoing words... mine and others.

17 June, 2009

She couldn't see past all the Darkness - wether in the room or inside her - that night.
Like a Summer fire (born slowly, from an intense heat wave) the mental riot started small, weak and escalated to the porpotion of a Sea of tears.
Like few times before, she found herself confronted with her doubts and fears without being able to stop. Stop questioning everything. As that overcomes the personal doubt. This encounter was made of dreams, feelings, words and memories, with the special twist of surprise.
So she lied there crying, with echos and threads (or are they threats?) of Past days as companions; in a room once full of Love and laughter she could only think of the black tick Darkness around her and the unexpected salty stream in her face.
And as the hours built on top of each other, one small, simple sentence - she almost couldn't recall anymore - stood:

"I'll be yours as long as you are mine."

And for the first time since those words came out from her fingertips, she understood that that was exactly what happened. It all started and ended as the whim it was, by the hands of its creator.
Then, slowly and painfully she was returned to her reality, accepting yet another piece of the (apparently) neverending jigsaw, gave into the bright blackness of the room and fell asleep.

07 June, 2009

You know you're taking steps back when you see yourself slipping back to some "bad habits".

I know I've lived something out of my usual self, my normal track - me momory and the calendar remind me that everyday. I know that Life doesn't change from day to night in a split second - that only happens in movies and with a beautiful fade out-fade in movement...
Yeah... I know that couldn't happen again... nor am I looking for it.

I know that History doesn't repeat itself... but I see myself reliving past days, only with different people. And the knowledge of what went wrong. Will that help me? Really?
You can't be mine. You're just a bunch of words. You're a flirt.
I could have had you, I dream of you, but can't really live up to you.
You're the bitter-sweet taste of something gone wrong and I won't cry that again.
Now that you have the smallest, easiest, smiley part of the truth, you'll hold back.

I'm better mourning... most of all now... that I have something "real" to mourn about.
I guess I'm back...
 
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