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12 September, 2011

Comecei o fim-de-semana atrasada.
A rezar para não haver trânsito, só me queria sentir em casa.
Tinha a pessoa que quer ser minha, à porta, com um sorriso de orelha a orelha, e eu cansada.
Jantei em família, o prato que pedi, muitas sobremesas, ansiosa pelas prendinhas, pelas surpresas, pelas cusquices.
Descobri que afinal estou mais gorda (não se deviam oferecer presentes que não servem a quem faz anos, lá se foi a minha moral), que eu e a minha mãe lemos pensamentos uma da outra, que as pessoas não mudam e que acabei por não comer sobremesa, porque a minha noite foi feita de doces (momentos).

Acordei para o meu primeiro dia com 26 anos com um susto do Snape, doentinho. Depois de toda a correria entre médica e farmácia está-me a ajudar a crescer para ser uma grande chef de comida para bebés e gatos doentes... - há que ver o lado positivo das coisas.
Andei corredores a sentir-me um mulher grande, corri contra o tempo, planeei o jantar.
Abri as portas de casa, com todo o amor, alimentei estômagos e amizades, ri muito, brinquei muito, tive a noite sonhada, perfeita.

Finalizei o fim-de-semana com preparativos de beleza, uma tarde de fada-do-lar, mimos e algum álcool - para adormecer a mente e esquecer o corpo.
Acordei na cama lavada de fresco, sem querer acreditar que o dia de hoje chegou.
Cada semana me custa mais voltar a 2ª feira, cada dia me arrasto mais para onde estou.

E já só consigo pensar na próxima 6ª feira. Na minha pessoa, nos meus meninos, na pessoa que quer ser minha.
Na minha fuga da realidade.

16 February, 2011

É, era, será... um destes.
A qualquer hora.

[E é capicua e tuditudi.]

02 November, 2010

Obrigada C., Obrigada S., Obrigada G. e Obrigada C.
Partes do todo de que também sou parte. Peças que completa(ra)m o puzzle.

Vi em vocês qualquer uma das miríades que poderei vir a ser no Futuro.
Realmente tínhamos que nos encontrar.

Abri a porta, assimilei as repetições.
Segui a minha carta final.
Agora, é fazer.
Agora, é esperar.

Retorno (a mim).

[Olha a Whitney... :) ]

Peço a todos: keep your fingers crossed!...

25 October, 2010


Do fim-de-semana.
Em terra estranha.
Estranheza. Pára-arranca. Saudade. Sonho. Cobardia. Repetição. Grito abafado.

De volta a casa.
Abraço apertado. Lembrança. Conversa. Casa de pantanas. Óculos novos. Sol de manhã.

Fica o desconsolo. A cobardia. Em eco, para não me deixar esquecer.

16 September, 2010

03 March, 2010

A chill. A sign.
The urge to fight it. To take my destiny into my own hands and change it.
And so I did.
Great news by night fall.
Even greater with the sun coming up.
Smilling and sharing and feeling. Believing.

Graças à A. reencontrei-me com uma música que canta o encontro.
Kiss the rain - relembra o dilúvio.
Com a C. parei, pensei, senti. Reforcei. Tanta felicidade dentro de uma caixinha.
Com a T. percebi que o brilho e a crença se veêm de fora.

Li... e apenas desejei que se realize tudo. Que eu faça parte. Que partilhe todos os dias, mais um bocadinho.
Porque é o início do calendário marcado.

12 February, 2010

Hoje quero falar do quão bem me sinto.
Sensação que começou ontem e parece querer predurar.

Ter amigos a ensinarem-nos a abraçarmo-nos a nós mesmos (porque também merecemos). Ter amigos a dizerem-nos que querem ser pegadas no nosso coração. Ter amigos que dizem, em voz alta, aquele medo que achamos que é só nosso; mas mais, que nos compreendem. Que a partir daí vamos ser pessoas diferentes porque também merecemos. Que vamos ser felizes. Que tudo vai correr bem.

Amigos que nos fazem convites inesperados e com quem passamos uma boa manhã. Que nos mostram força e motivos para sentir orgulho onde já nem os vislumbravamos. Amigos que dizem que os fazemos sorrir e que dizem que o nosso ombro é confortável. Amigos que ficam felizes por nós.

Não sei de é de ser 6ª feira. Não sei se foi por recordar Lamego.
Mas sei que hoje me sinto bem. Sei que me vou sentir ainda melhor. Que vou ter o que quero.
Hoje apetece-me partilhar osrrisos com todos.
E desejo que se sintam bem... incluindo o coração quentinho e as borboletas no estômago.

Obrigada,

02 February, 2010

... que, a meu ver, a vida muda em três dias?

Pois é. E o último fim-de-semana reforça essa minha ideia. 70 horas. Muita, mas muita mudança.

(Re)Aprendi que a energia de um local pode fazer toda a diferença. Que quanto mais para norte, mais elevado, melhores e mais puras as vibrações são. E mais uma vez, tal se verificou.

Sob o olhar da Lua Cheia avancei para o interior. Durante a viagem valeram-me os ombros amigos de quem tem vivido comigo. Ao olhar para o seu brilho decidi: estes vão ser os meus dias, para ser eu, para respirar, sem correntes.

E assim foi.

Mal corri para os braços que me estenderam, mal recebi os ron-rons mais queridos... tudo começou a mudar.
Sorriso, música, imagens, conversa.
E sustos, alguns sustos.
E loucura, muita.
E pureza. Deja-vu. Calma.
E partilha, confissões, descobertas.
Muito amor, muita amizade.

Senti-me capaz, senti-me mulher, senti-me eu. Aceite, apreciada.
Doeu retornar. Pensar que dias assim não podem ser vividos todos os dias.

Mas... como a energia e o universo fazem sempre das suas... no momento em que tinha decidido que terias que ser tu a dar um passinho... tu deste.
Surpresa, sorriso malandro (ou será de vitória?), doce desconcerto.
Não conto os dias porque o meu tempo não é o do mundo e tu não tens calendário.
Letting life flow...

Penso, porque esta frase é minha: Com calma e alma...

13 January, 2010

Chorar.
Aninhada nos teus braços. Receber miminhos e ouvir as palavras que só tu sabes dizer. Um bocadinho de Luz, de discernimento, de Paz.

Quero retornar a 6ª de Madrugada, a Sábado de manhã.

Eu não fui feita para isto.
Quero falar. Perguntar. Resolver.
Mas também quero respeitar.

Dá-me o teu abraço. Preciso de ti.

Há aí miminhos e energia positiva que possam oferecer? Força e paciência? Lembrem-se de mim...

11 January, 2010

Ora a queridíssima Gaja lançou-me mais um desafio... e este tão tão tão próprio do meu cantinho que até sorri com a coincidência...

Os 10 pensamentos que não me saiem da cabeça. Ora vamos lá:

1 - Tão óbivo que nem nomeio. Sorrio, vizualizo, chamo. [Porque o que acontece duas vezes está destinado a acontecer três, diz a sabedoria popular. E mais, e mais, e mais...]
2 - A minha Móninha. A minha pessoa, a outra parte de mim. Sempre na mente, sempre no coração.
3 - As saudades e a força de outros dias, outros locais, outras pessoas. Por exemplo: 2007, o meu avô, Sintra.
4 - O Seminário de 25 de Janeiro na Exponor. Já tinha saudades de fazer parte de algo com nome e que pode vir a ajudar muito boa gentinha. Vou nas 20 inscrições alone... quem dá mais?
5 - As músicas, as séries, os filmes e os sítios que ainda quero visitar. Porque, de repente parece que acordei para a vida. E voltei a ter vontade de viver com os outros e para os outros.
6 - Os amigos. A J., a M. , a L., o E., a S. Todos os que me fazem sentir bem e que gostava de poder fazer mais para ajudar... porque merecem e precisam.
7 - A "falta" que a Fatucha me fez ontem. Sei que haverias de ter adorado amiga... e pedi, do fundo do coração, que os nossos Anjos se conectassem.
8 - A neve ontem de manhã. Linda, inesperada, minha. Por minutos esqueci-me que estava na rua, seguida da minha mãe. O mundo deixou de existir e eu só via, e sentia os pequenos flocos de neve na cara e no corpo. E sorria, sorria...
9 - O retiro no fim do mês. Mal posso esperar pela viagem (que saudades do expresso!). Pelas pessoas, pela música, pela alegria. E por abraçar a Tita... que ela merece.
10 - A próxima vez... de tudo, de todos. Não pela expectativa. Mas porque abri os braços e sinto que já não sou só Passado, que não faz mal olhar um bocadinho para o Futuro também.

Agora... tenho que passar a outros 10 pensadores...
Fatucha
Tita
Li
Saga
Sávio (quando voltares)
Max
Eva (pensas tanto como eu)
Annunciata
Pinguim
João

Vá... quero ler essas mentes :)

07 January, 2010

Comecei a escrever. Em inglês. E quando dei conta, o dedo indicador carregava forte na tecla do delete e todas as letrinhas dessapareciam. Wierd...
Sim hoje estou hazed. Bem... mas confusa. A querer fazer mil coisas. A sonhar outras mil. À espera de tudo. A querer ser ainda mais etérea para me poder dividir e ser tudo o que todos precisam para estarem bem.

Estou gelada por fora. Mas sempre um bocadinho mais quente no coração, porque ultimamente, cada vez menos me esqueço de agradecer.

Dar-te a mão e estar aí quando mais um pedacinho do teu coração partiu.
Querer lembrar-te para não te esqueceres, e ganhares coragem.
Querer sorrir e abraçar-te pelos sorrisos, carinho e amizade fresca como o orvalho.

E tudo isto a pessoas diferentes.

Sim, há poucas pessoas na minha vida. Porque muitas foram postas fora - eram elas ou eu. Mas sinto que, mais e mais, está quem conta. Triagem...

E não é que hoje a minha imagem mental se resume a pétalas?
Caídas no chão, caminhos de cor... em que me apetece saltar, como tu saltaste pocinhas, feito criança.

24 December, 2009

Sou rainha e imperatriz da máxima "friends will be friends". Sempre. A toda a hora, mesmo que depois descubra pouco merecedor, fugaz, enganador. E não apenas nesta época, nos dias "bonitos".
Acho mesmo que já sangrei mais por amizade do que por amor... se bem que só fui capaz de amar amigos - contrariamente às palavras do meu menino dos trovões. [se te ajuda, não, não sou tua amiga ;)]

Mas a palavra que me toca aqui é normalcy.
Normalidade... uma palavra que tem vindo ter comigo, pé ante pé, para me fazer aceitar(-me), mais que acreditar. [E há quem faça de mim modelo, estandarte... sempre por amor, por orgulho, na melhor das intenções. Só posso sorrir...]
Porquê, se não tem outras implicações? (Apeteceu-me beijar-te ali, ainda mais que em todo o resto da noite...)


I choose my friends not by their skin or other archetype, but by the pupil.
They have to have questioning shine and unsettled tone.
I'm not interested in the good spirits or the ones with bad habits.
I'll stick with the ones that are made of me being crazy and blessed.
From them, I don't want an answer, I want to be reviewed.
I want them to bring me doubts and fears and to tolerate the worst of me.
But that only being crazy.
I want saints, so they dount doubt differences and ask for forgiveness for injustices.
I choose my friends for their clean face and their soul exposed.
I don't just want a man or a shirt, I also want his greatest happiness.
A friends that doesn't laugh together doesn't know how to cry together.
All my friends are like that, half foolish, half serious.
I don't want forseen laughter or cries full of pity.
I want serious friends, those that make reality their fountain of knowledge, but that fight to keep fantasy alive.
I don't want adult or boring friends.
I want hald kids and half elderly.
Kids so they don't forget the value of the wind blowing on their faces and elderly people so they're never in a hurry.
I have friends to know who I am.
Then seeing them as clowns and serious, crazy and saints, young and old, I will never forget that 'normalcy' is a steril and imbecil illusion.
Oscar Wilde


Pena que tenhas traído a amizade.
Sorte que possa sorrir e acenar em todos os versos deste louvor. Na nossa normalidade...

23 November, 2009

6 years ago, today.

Right in the middle of the year of my life... I lost you.
The kind of losing that has no return.
I found out what it is to be a void. To have someone missing out on all the things we're about to do with our lives.

I know that... if you were here right now... you'd fight to show me, to make me feel that I'm not such a disapointment. That I'm not disapointing.
But than again... my love... that would have come from the heart. And I can only smile thinking about what mum said the other day: You are just like your grandfather...

That is, that would be an honour. As I can only ask, I can only hope to keep my bright smile, my references, all my pride in those I love... like you did when facing turmoil. Till the last minute.

I miss you grampa.

15 September, 2009

Era uma vez... uma menina pequenina. Qual Polegarzinho.
Apareceu, num mar de negro, de sorriso cintilante e olhar (ávido) brilhante.
Por entre pequenas multidões, na sua proporção única, captava os olhares. Qual diamante por entre seixos, qual Praia da Aguda vista da Peninha em dia de Sol. O maior brilho de todos.
Já se sentia atraída por ela, mas sempre com medo. De não ser tão interessante, de não ter tanto para dizer como os outros. De se perder na multidão e não ficar na memória.
E lá se iam cruzando nos pequenos e elitistas corredores.

A proximidade cresceu quando, mais tarde, partilharam o mar de negro, partilhando também os sorrisos e os olhares de Luz, pura Luz. A isso se juntaram brincadeiras e círculos comuns. Mas continuava aquela sensação do "Gostava de te dar mais... mas não será que já tens melhor?"
Os dias correram e a azáfama de escolhas semelhantes mantinha o Caminho afastado, mesmo que incrivelmente perto. Daquela proximidade que se sente mas não se consegue romper através do nevoeiro...
E no final? Depois de palavras bonitas (e sentidas) escritas em pedaços de tecido ondulantes e memoráveis, seguiram o seu Caminho.
Ou assim pensavam...

Do nada, um convite inesperado. Que outro sonho adiou. E aí? Viu o espelho quebrar-se. Ao recusar o convite o laço perdeu a força. Polegarzinho não mais olharia da mesma forma, perderá a confiança, talvez se tenha sentido traída.
As noites amanheceram...
Do nada, uma mensagem. Uma lembrança, uma torrente de memórias e um sorriso permanente que não conseguia esquecer. Uma mão que se oferece, bem esticadinha para segurar Polegarzinho. Porque o relógio não pára mas tem artimanhas...
Menina pequena, grande em força, sabedoria e intuição. Com um coração como não outro que agora chorava e repetia em mantra "Todos são maus até prova em contrário".
Aromas doces, sol quente de final de Verão, sorrisos e acenos enquanto Polegarzinho se começava a erguer e, do outro lado, sob um olhar embebecido e protector, alguém assistia, pensando: "Isto sim é ser forte, é ser alguém."

Mas os meses tropeçaram e seguiu-se o frio gelado de Dezembro. Por entre a escuridão, a neve que magoa, foi a vez de Polegarzinho brilhar com todo o seu esplendor.
Cresceu, cresceu, cresceu como nenhum outro ser humano e combateu medos e demónios. Aquecendo as mais escondidas raízes.
"Afinal" é esse o calor que atrai. Agora sabia porque, antes, tantos a rodeavam. Porque os seus Caminhos se insistiam em cruzar.
Com a certeza de que, ao contrário de outros, o encanto não se perdia, o fulgor não desvanecia, os laços não se quebravam.
Mudou a página do Calendário, entrou por caminhos desconhecidos, gritou "Quero viver!"... e Polegarzinho sempre à espreita, sempre pronta para remendar os rasgões do mar que começou por ser negro, para se transformar no mais puro vermelho de Amor.
Em cada viagem, em cada vai e vem podia sentir Polegarzinho preocupada, temerosa. Mas a saber-se espectadora, no seu canto esperando o final que já sabia, qual contadora de histórias.

Quando a Viagem acabou, a sede de vida secou, o frio e a incerteza voltaram... a única certeza era a Polegarzinha. Mesmo cansada, ciente da pequenez, com seus medos e desconfianças. Sempre presente. Dádiva da confluência, materialização dos pedidos sonhados.
A presença tornou-se indiscutível, a partilha? Necessária como ar em pulmões famintos. Porque "É uma amizade de dádivas, não de interesses".
Por um pedido feito a medo, sob pena de ver a máscara caída, percorreu quilómetros, preencheu vazios, iluminou mundos ouvindo dizer: "É verdade! És mesmo tudo de bom quanto dizem de ti!" e responder com o mais singelo "Obrigado".

Mas Polegarzinho também receia. É apenas humana. Abre os braços à vida recebendo tudo. Desde os mais feios fantasmas aos medos mais banais. Treme hoje à chegada de mais um número, mais uma lembrança de que o tempo não pára. De que já fez e viveu, de que pode ser e viver muito mais!

- - -
Amo-te.
Com toda a minha extensão de Luz, com toda a intuição que não falha.
Sou a pessoa mais sortuda do mundo porque és eu. Porque não foges às lágrimas e ao que é feio. Porque honras a verdade e te dás. Porque aprendeste a dizer Obrigada enquanto (me) ensinas a ser alguém.
Tu sim! És ser, guerreira, mestre.
Dona do abraço mais doce, do porto mais seguro. Guardiã de familias e gerações.
Apenas desejo conseguir seguir o teu exemplo. E ver-nos cair e erguer, crescer, partilhar, chorar, gritar... por toda a vida. Hoje, na data - agora! - assustadora e em todas, todas as outras.
Que o mundo inveje o que nós encontramos.

14 September, 2009

E voltamos às contagens decrescentes...

Aqui fica a preparação para amanhã... quero ver esses olhinhos marejados.


Love is, the colour of your eyes.
Love is, sleep with you inside.

Love is, like a wide open sky.
Love is, Love (love) you.

Love is, like a bird with white wings.
Love is, Love (love) you.

Love is, fly a plain in a storm.
Love is, build a castle with one stone.
Love is, dry your tears with my tears.
Love is, Love you.
Love is, climb the hill without fears.
Love is, Love you.
Love is, be there when you need

Plain and simple... porque há muitos tipos e formas de Amor... e quem mais poderia cantar tais palavras, senão a nossa menina?


E eu, amo você! [Também posso ficar horas a repetir-te isto ao telefone, numa 4ª feira à noite se preferires...]

08 April, 2009

Alguém desse lado (ainda) se lembra do meu último post de 2008?

E que disse eu lá?... (Toca a puxar pela cabeça... vá lá 1/2kg... se vires bem... loool)
Pois bem... estamos em Abril e eu tinha ficado de dizer este mês o que esperava de (ou para) 2009...
Ora bem... espero/peço Paz. E Luz. Daquela bem quentinha e reconfortante, daquela a que já conheço o sabor.
Não só agora dava jeito, como é sempre uma coisa útil a ter à mão durante o ano, right?...

Até nem sou exigente, pois não? [Tendo em conta que só preciso das duas para ter toooodo o resto... ;)]

Aaah... já agora Happy Birthday Rosa e Mano Incestuoso - com um cheirinho de Marilina para os dois que vocês até vão fazendo por merecer (Mano: tu até que podias fazer mais, tipo... cumprir a promessa! Se bem que já alguém o fez e tu és um homem casado xD)...

20 March, 2009

Vou estar a caminho... aos olhos de muitos... de mais um fim-de-semana.
Aos meus olhos... a caminho...

Para mais umas horas (sempre poucas) em que vou ter direito a... em que vou deixar de sentir o que é demais: 310 km ;)

Sem querer roubar o papel à minha Sis-in-Law... desejo a todos aquele fim-de-semana! =D

*Aaai a horita... detalhes... detalhes! Realmente, a minha memória ;)

27 February, 2009

Conhecem a sensação?

Do tudo, do nada, da inveja boa, da saudade?
Da certeza profunda, do vacilar ritmado, do ser e do partilhar?
Do ter dito tudo, do ter tanto por dizer, do "ser" palavras repetidas?
De ver a história repetir-se mas sendo sempre nova...

Não tenho o meu lugar, ou melhor, ter, tenho, ele está lá. Mas eu ainda estou aqui. Mas acredito em ti, quando me cruzar com ele vou saber que é meu, vou esquecer a minha falta de orientação e vou conseguir sempre retornar.
Para já, sei quem levava para lá comigo (estensões pessoais incluídas)...
Percebi porque o meu olhar se fixou num ponto, ainda sinto os rebordos das pedras, senti que aquele lugar ainda vai dizer muito.

O peso já não existe, agora? Apenas vontade de falar, acabar por dizer tudo, a todos. A vontade de ouvir, aconselhar, ser o "copo de wiskey" ao fim do dia (embora ambos o odiemos).
O mal, o medo, a dor, os fantasmas?... Foram relativizados. Porque a junção de tudo deu o melhor resultado, devolveu-me um dos meus valores de vida: a Confiança.
Em mim, em ti, nos outros.
Percebes agora porque sempre disse que o que faltou foi confiança?
Porque pareço quase duas pessoas numa? [Isto sou eu a confiar]... Porque te dou o que poucos têm. A doçura que procurava desde o final do ano passado (repara no timing) afinal existe, não está só nos olhos dos outros.

Agora diz-me? É dia de celebração? ;)

[Já agora, oh minha pessoa, oh minha extensão, oh my get in... liga o telemóvel... há gente, sabes? EU... a tentar falar contigo!... A gerência agradece =)]

03 February, 2009

First of all, sorry guys: I haven't got much time to drop by. And, yes, I missed this, missed you all (blogging does grow into an "addiction", a part of us).

So I came here today, full of great intentions, of smiles to share, with an open heart. And with a great song, selected to throw spirits way up high, to make you dance, to make you sing.
But... life is bitter-sweet. As this song was brought to me by a friend that is no longer here - almost as a life theme, as a "Hold on tight, hun. Things aren't over, yet", thing... today I dedicate it to a friend who has shown a "deathwish". But to whom I hand out my hand so he can reach out and grab it.
And not only to my happy, happy, joy, joy spirit of the last couple of days.
- You may kill him/it. You may wish his death. You may think it's over. But it isn't. It's a part of you, of me, of us. It will live as long as I remeber it. And that I can garantee, will last forever.

Right now... I'm thinking of 8 different people who will feel these words differently. Ones 'cause they need them, others beucause they can't believe them and even some who will say "I do! You're it!".

To all of you:
I been sitting in the darkness
But the sunlight's creeping in
Now the ice is slowly melting
In my soul and in my skin
All the good times my friend
Are coming around again
Oh yeah
I been thinking reminiscing
Of better nights and better days
Hiding in a refuge
Of memories I've made
I got a feeling within
It's coming around again
[...]
I got someone waiting for me
It's been so long since we met
And I may not be your salvation
but I'll offer nonetheless
And if like me u wanna take that chance
It's coming around again
[...]
I can feel a change of fortune
No more riding on my love
Feel the weight is off my shoulders
As my feet become unstuck
And all the good times on which we do depend
Oh it's coming around again

This is how much I love you all! This is what I hope I can share with you. Got it?

Smile along with it, feel it, embrace it. Or, if not able to that (for now) just listen and dance. I'll be here for you. Enjoy!

20 January, 2009


Calling all friends and people I met on the way down
Calling all friends and people I don’t even know
Calling on high I want to believe there’s a way now
I’m too tired to pretend I don’t want to be alone

I’m calling all friends

Taken my time and trying to be what I wanted
Taken my chances when they came on the way
Taken there toll and nobody knows how I’m haunted
Things that I’ve done there isn’t a price I can pay

I have been broken I’ve been low
You want to disappear and no one needs to know
I’ve been there I’ve been where no one seems to care

Calling all friends and people I met on the way down
Calling all friends and people I don’t even know
Calling on high I want to believe there’s a way now
I’m too tired to pretend I don’t want to be alone

I’m calling all friends

I have been broken I’ve been low
You want to disappear and no one needs to know
I’ve been there I’ve been where no one seems to care

Calling all friends and people I met on the way down
Calling all friends and people I don’t even know
Calling on high I want to believe there’s a way now
I’m too tired to pretend I don’t want to be alone
I’m too tired to pretend I don’t want to be alone

I’m calling all friends


Let's see who respondes...

A sound from past days, a topic of reunion, a way to show my apreciation... 'cause the importance of a hug was rekindled in me.
 
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