Powered By Blogger

21 May, 2010

Olhem para mim e por mim... (breathe in, breathe out...)
Hoje fico com eles então...

Vou para a celebração. E sorrir e brincar e... e...
Vou para a festa sozinha - se não me faltar a coragem...
Vou imaginar os 4 diazitos de férias e rezar para que aconteçam MESMO!
Olho para o calendário e jogo com os dias porque há tanta coisa que quero fazer e pessoas para ver em 48 horas.
Não vou olhar para o relógio porque quero que o dia voe... é 6ª feira.
Aproveitem!

- - -
Parabéns mi Tita and Aldina Maria! :)

20 May, 2010

De qualquer modo, é mesmo assim, nunca nos podemos sentir mal, patetas ou usados, por termos amado em pleno. Não fomos nós que erramos. Se a outra pessoa não quis/soube corresponder, o problema decerto não está em nós. Há-de aparecer alguma que o faca! :)

Senti-me mal... sim, claro.
Pateta e usada também. Algumas vezes... Geralmente as poucas que arrisquei.
Mas... é assim que vejo o healing process.
E lá fora, pela minha janela, sabe Deus de onde, entra-me a Cindi Lauper e o seu Girls just wanna have fun.
Como diria uma certa filosofa que eu conheço: a vida é infinita na sua ironia.
Apenas espero que as palavras do filosofo que lhe respondeu se lhe apliquem: O mundo é redondo!

19 May, 2010

Ontem, mais ou menos por esta hora, ia eu a caminho da Póvoa do Varzim - num percurso que me é agridoce.
Ás páginas tantas a rádio começa a debitar esta música... que me faz sonhar desde criança, muito antes de eu perceber o que estava a ser sentido e cantado.



E para reforçar o valor das palavras - que nunca esqueço! - encontrei os sentimentos de um pequenino grande*, como eu, postos assim sobre o papel:
Não te peço amor eterno nem fidelidade, apenas a verdade e uma franqueza sem limites.
Napoleão Bonaparte para Josefina

Realmente há mais que palavras, mas não há nada como as palavras.

* Eu hoje estou dada às comparações megalómanas sobre mim... culpem o calor ou os piropos. Subiu-me à cabeça, que hei-de fazer?!
Que melhor forma de começar um dia tão quente do que com um piropo de um trolha?
Sim, isso mesmo. A caminho do metro, ainda não tinha batido a badalada das 8.30 horas... sou brindada com a seguinte frase:

Aaah tão fresquinha. Pois, não admira! Tu aqueces o calor que já está!
[Isto dito por um belo de um trabalhador da construção civil. Todo empoleirado na janela da carrinha de 9 lugares. De t-shirt cor-de-laranja - cor odiosa! - e sorriso como quem brinda à vida.]

Ri-me o caminho todo até ao escritório. E fui desfiando os poucos piropos com que já fui presenteada - que raramente foram de trolhas, haverá algo de errado em mim? Vou escrever à revista Maria para dissipar qualquer dúvida...

- - -
Numa nota um bocadinho diferente, mas para manter o sorriso, continuo a descubrir letras de músicas. Esta devo ao Gajo (que não é qualquer):

Olha lá, quem acha que perder

É ser menor na vida
Olha lá, quem sempre quer vitória
E perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor
Levo a vida devagar pra não faltar amor...

A vida até corre devagar... ao sabor da vontade de uns dias, enquanto que outros se querem mais rápidos.
Mas desde que não falte Amor, por mim tudo bem...

[Com direito a seguidor capicua e tudo! Óh para o meu sorriso rasgado, óh!]

18 May, 2010

Não são banda favorita. Nem sequer acarinhada.
Então porque é que os trago aqui?
Porque as letras me tocam - mas nem procuro os sons.

Com o calor a ditar a moleza do dia lá fora, estou dividida nesta dualidade...

Se me sinto capaz
De agarrar o mundo
Com a mão
Se me sinto capaz
De odiar ou amar
O que é chão
Se me fico por mim
Ou me deixo levar
Nesses dias de crença
É que eu fico a pensar.

E o peito acende
Um frio quente
E a distância…
Uma palavra
Que me põe triste
E eu sei
Que o calor está lá
Longe de mim
Perto de mim
Quero-te aqui
No calor da neve
Solta meus olhos
Menina de neve
Cobre meus olhos
Menina de neve
Prende meus sonhos
Menina de neve
E uma palavra…
Ornatos Violeta
Não percebes a profundidade de eu reconhecer a tua porta.
A falta. Sem ressentimento ou irritação.

17 May, 2010

Pois é.
Do fim-de-semana conto que, apesar de não ter tido momentos fracturantes, encheu-me as medidas.
Em todos os dias tive algo porque ansiar.

Sexta-feira: foi dia de coração. Escrevi os meus medos, pedi - Lê! - e recebi a resposta.
Minutos mais tarde tive uma confirmação de outra pessoa - amigos como dantes?
E à noite o meu coração profissional voltou a palpitar. Pro bono. Embrião. Será que ele reparou que eu estive a patinar 90% do tempo?
Acabei a madrugada perdida entre a A1 e a A29, mas gostei de conduzir na escuridão da noite, apenas guiada pelos meus farois. Cada dia gosto mais de ti meu Micra...

Sábado: Dia de festejar.
Celebrei o sono em dia. As palavras bonitas que me chegaram ao telemóvel enquanto sonhava, lá longe. Os convites velados.
Preparei a noite, cantei e dancei como se me pudessem ver - mas não podem... ihihih.
Apraltei-me toda para ir ouvir as consequências das palavras escritas aqui na 6ª feira.
Resultado? O tempo voltou atrás, ao nosso princípio. Eu percebi que não escondes. Tu percebeste que te estavas a afastar. E encontramo-nos a meio caminho.
Já tinha saudades das sms sem sentido e sem motivo. Vem aí um Junho sem fantasmas. Com compras para preparar os 4 dias. Sem desvanecer ou querer fugir.
Cantamos a noite toda. Partilhamos a PAPA! Falamos em uníssono para ciúme de quem nos rodeava. E falamos do Passado e do Presente dos outros sem mágoas pelo nosso Futuro.

Domingo: Dia de Sol.
Finalmente o beijinho repenicado da minha S.
Toda, em tudo o que eu sei, o que eu vejo e sinto todos os dias. Sorrisos e conversa. No meu lugar de sempre, o lugar que partilho com os meus. Os que merecem, o coração leva lá.
A souvenir ficou em casa. Só mais uma desculpa para mais conversa da nossa.
Jantar de família.
E enrosco-me cedo na cama com convites de vir a cozinhar outros jantares.

Não foi o fim-de-semana espiritual que a agenda me andava a dizer que ia ser há mais de duas semanas.
Foi o fim-de-semana humano que eu sabia que ia acontecer, mas que não medi em expectativas.
E assim cheguei a hoje. 2ª feira em tudo típica. Mas banhada de Sol.
Não estou exultante. Nem sequer calma. Mas estou satisfeita. Content...

14 May, 2010

Sabem quando estão a ver um filme, que por saberem de suspense, e têm pele de galinha, as unhas cravadas na cadeira e só "rezam" baixinho: Não vás por aí, não vás por aí!
Pois... é como eu me encontro. Estou a ver o filme desenrolar-se à minha frente. Fotograma por fotograma. O meu e dos que amo. Sinto o não vás por aí, mas nem sequer sinto forças para o rezar (que analogia tão católica, vai tão bem com o dia de hoje...).

Tenho medo que, se abrir a boca, os (meus) receios sejam reais e resultem numa marca que não desaparece. Que todo o Amor enfraqueça. O meu, my person, por ti só cresceu. Todos os dias, mesmo quando não parece. Então porque é que preciso de 10 minutos para nivelar a minha voz quando falo contigo? Porque é que acabo o telefonema com o coração nas mãos? Porque é que parece que te estás a desligar das nossas unicidades?
Sou a primeira a dizer-te para ires viver. Para conheceres e sentires. Quando me deixas digo-te não vás por aí. Porque te quero bem. Gosta, mas não gostes demasiado. Ou não fossemos a mesma pessoa e eu não estivesse na tua situação.

Então, na minha submissão revoltada, prefiro ficar calada. Não pego na tua mão e não te sento na mesa do Caffé di Roma para te abanar para a vida. Fico calada na esperança que o silêncio me traga discernimento e me relembre o teu Amor. Não falo porque anseio que a vida se vá resolvendo e a telepatia funcione e deixe que as palavras não sejam precisas. Porque tu mesma dizes: as palavras são a única coisa eterna, pesam mais que o ar, não se esfumam.

Tens ideia do quanto gosto de ti? Tens ideia do quanto este frio me assusta?

13 May, 2010

Há palavras que nos beijam

Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperançar louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre O'Neill, in No Reino da Dinamarca

Não quero esquecer o sabor.
Das palavras que vivo e em que vivo.
- - -
Hoje estou preocupada com os meus amigos e com as consequências dos seus actos...

12 May, 2010

Porque já tive a imensa sorte de, algumas vezes na vida, por pessoas do e no coração; já ter ouvido estas palavras. Enchem realmente o coração e o ego, trazem lágrimas quentinhas ao olhar e fazem aparecer aquele bocadinho de força que nós não sabiamos que existia.

E para ti que me perguntas sempre É hoje que te ouvimos cantar? Ouvi dizer que sim..., porque te quero animar (mais animado?), quero sentir um sorriso mais forte que ontem e porque gosto mesmo de ti... aqui fica uma das canções que já cantei.

[Bem que podem procurar no meio das meninas...]

11 May, 2010

Hoje devia estar a escrever a outra pessoa. A lutar.

Mas hoje é dia de sorriso timido e são estas as palavras que consigo escrever.
Hoje é dia de me deixar de irritar com umas quantas coisas e pessoas a ser verdade o que li.
Hoje é dia de, mais que dizer Adeus a um Amor velho (que hoje sei que nem o foi...) e abrir os braços a um Novo Amor (que se quer forte, grande e bom); é tempo da sacudir a poeira da confusão da rua que foi caminhada vezes demais.
No blogue do Pluto encontrei a mestria do Tê para dizer:

Adeus amor que cresci
Já pouco me tens a dizer
Já bebi tudo de ti
Que de bom tinha a beber

Adeus amor, vou-me embora
Não me impeças por favor
Sabes que só vou agora
Porque dei tempo ao amor

Não suporto o teu modo
Carinhoso e paternal
No tom de quem sabe tudo
Sem saber o essencial

Adeus amor já me cansa
A canção do teu cinismo
Essa pose de quem dança
Sempre à beira do abismo

Adeus amor que cresci
Pouco me tens a dizer
Já bebi tudo de ti
E há mais mundo a beber

E não é que é? Mesmo! [As it began, it shall end...]

Pois... obrigada J. Obrigado E.
Agora vou voltar ao Presente. E fico contente que eu e a my person não tenhamos sido as únicas a ver.

E hoje disseram que eu sou "filigrana"...
 
Copyright (c) 2010 Unleash your thoughts.... Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.