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26 April, 2010

Mordes. Beijamos...
O toque da tua mão. A interrupção. A tua mão.
O jeito, a lembrança que agora é sorriso gargalhado, descartada por ti e em ti.
A timidez ao de cima mesclada com a vontade.
O desculpa. O sorriso.
[...]

As tuas mão frias, suadas. As tuas costas quando queria os teus olhos.
O sorriso no passo que tremia mas fluia [...].
Tu normalizas-me.

*Cenário fruto da mente. Como se eu fosse trocar o azul das águas...

E de repente todas as músicas com esta palavrinha se cantam na mente.
Tudo se "guardou" para ontem e foi um dia de Sol, tal como o nome indica.

Eu e a minha Móninha. E o abraço apertadinho à minha Gaja, sempre.
O Sol quentinho. O chá. As conversas e as perguntas. O sorriso como já não sentia há meses.
O deixar o menos bom para trás e só falar no bom - no muito bom, aliás.

Ao aconselhar, desejar, do fundo do coração, que seja o teu tempo.
Percebi nas minhas próprias palavras que é o meu tempo e a minha situação. E estou de bem com isso.
O sorriso, a calma é maior que tudo.

Fica Sol - porque o teu Deus já não me afecta.
Fica Sol porque acordas corações e mentes.
Venha daí a alegria. Que o coração de pedra surta efeitos.

23 April, 2010

Holding a smile just like this one...

I leave you all for the weekend.

Celebra os bocadinhos que a vida te dá...

22 April, 2010

Umas lágrimas, uns gritos e coisa e tal fazem toda a diferença.
O coração correu a mil. A cabeça tanto voou como pareceu criar raízes.
Mas fui recebendo sorrisos e a certeza que assim não quero ficar.

Por isso, vou arriscar.
Pelo menos vou tentar.
Primeiro o 1º passo. O resto logo se vê.

Começar o meu trabalho. Sentar-me, dizer-me, inspirar-me e caminhar até lá.
Tenho vontade, tenho ajuda.
Até a perspectiva da correria, do não dormir, do bitching e do moaning me agrada, já viram?

Que daqui a uns dias esteja com os meus - e muitos deles são vocês! - raising a glass.
- - -
Brinca, brinca...
Percebeste ou estás mesmo a fazer-te de K.?
Não sei, mas já é o... e ao menos vou... isso!

21 April, 2010

Tu sabes.
Sempre soubeste.
E agora sabes mais ainda, estando ao lado do omnisciente.

Não foi combinado por ser o teu dia.
O dia que continuo a celebrar no meu calendário apesar da saudade.
Para mim, o primeiro dia de Primavera.

Não foi combinada, programada a esperança que preenche este dia, embora tenha sentido, desde que me levantei, que hoje devia sorrir.

Hoje é dia de abrir as janelas de par em par. Celebrar. Deixar o ar renovado entrar.

Parabéns avô.

20 April, 2010

Hoje, sorrio ao teu regresso. Porque me sinto mais segura e amada ao saber-te aqui.

Hoje, estou entregue à indecisão.
Quero retornar. Aprender. Viver o mundo que já foi meu com outros olhos.
Voltar a enterrar a cabeça entre os livros. Conhecer uma área nova. Dar mais uma hipótese a mim mesma.
Realmente quero voltar a estudar - como me avisam desde Dezembro passado.
Mas e os custos? O tempo?
Percebi também que quero estudar esse caminho de Luz. De cura e auto-aprendizagem.
Parece-me o tema e a forma perfeita. O passo e o apoio para a minha aceitação.
Mas e o tempo? Os custos?

Quero-te a ti que retornas. Quero retornar à aprendizagem. Quero retornar à novidade.
Não me vão impedir, apenas duvidar.

[Alguém me ajuda?]

19 April, 2010

Desde que sonhei contigo...
Depois ouvi o conselho que faz todo o sentido, e que devagarinho tento seguir.

Depois li:
Que amor é este que me consome sem nunca lhe atear fogo? Que vento é este que me leva a ti sem saber onde estás? Não consigo esconder de mim a sensação estranha de borboletas no estômago, que vão esvoaçando como doidas na fresca primavera do ano e tudo se resume a isso: estranheza. Mais ainda quando te queria ver, como te vejo nessa imagem fictícia na memória que mais nada me deu senão a ilusão, a esperança e dias melhores. Fui sempre feito desse amor diferente, maior até que a própria imaginação, e nunca me dei bem - estranho, mas preocupo-me - que chegasse o dia e o momento para acontecer tudo o que se pensa ou quer-se com destemida vontade mas o tempo não corre quando devia fazê-lo, os dias não são o que deviam ser. Que culpa é esta que trago? Que ansiedade? Que vontade? O amor é um sentimento perigoso que não sabe baloiçar à chuva nem ser-se social. O amor é uma ligação e nem todos têm esse direito tão facilmente. O amor sou eu mas falta o resto.
David Marinho

Coincidência(s)...
Dou por mim a pedir, visualizar. A reconhecer [não quero que sejas outro K. por muito bom que isso seja]. Não é troca por troca. É sonho, aproximação.
Sonha, anseia, espera por mim também.

- - -
Fico feliz por quem está feliz.
Venha daí a felicidade (também), sim?

16 April, 2010






E foi mais ou menos isto.
Sights to see and to remember.
Um vislumbre da minha incoerência (e da pouca flexibilidade do Blogger quando queremos partilhar fotografias) e da forma como vejo o mundo... [e quem é que consegue adivinhar qual é a minha favorita?...]

15 April, 2010

A conversa escorre
Como a água pelo corpo.
Eu sou a palavra quente,
Tu o frio das lajes sob os meus pés.

A diferença de temperaturas resulta.
Tudo o que vejo é vapor.

Entre as gotas reconfortantes que escapam
Sobra o frio,
A imaginação.

Imaginei mil outros tipos de vapor
Que nos ligassem.

Retomemos ao equilibrio térmico.
Sem ebulição.
Condensação.
Vapor.
Courage does not always roar. Sometimes, it is the quiet voice at the end of the day saying, "I will try again tomorrow".
Maryanne Radanbacher

Amanda showed me this. Believe me, she's always a galore to a beautiful heart.

Revi-me nesta frase. Revi o ambiente que me rodeia.
Porque hoje a temática é esta.
Breathe in, breathe out and courage my people...
 
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