Powered By Blogger
Showing posts with label long hard thought. Show all posts
Showing posts with label long hard thought. Show all posts

05 October, 2011

Há pontos fortes e pontos fracos em todos os dias, todos os momentos, todas as decisões.

Os meus neste momento são o anel, com três corações, no dedo anelar esquerdo, o calcorrear uma cidade e encontrar-me lá no meio, o ainda conseguir aproximar alguém com o meu sorriso, o olhar fundo nos olhos e ver lá sentimento, forte, grande, segunda oportunidade.
Os amigos que me rodearam quando o chão falhou, quando o dia se tornou breu.
O meu ponto muito forte é falhar, cair, esfolar os joelhos e, mesmo assim, ter pessoas que me dizem que me amam, que se orgulham, que os inspiro.

Os meus pontos fracos neste momento avassalam-me.
Mais uma vez, dei um passo em falso, vou ter que correr contra o tempo se não quiser perder esta minha mais recente vitória.
Luto contra a vergonha, o medo, a frustração.
Luto para me salvar a mim... nunca, antes deste fim-de-semana, me vi tão necessitada.

Amanha, começo uma nova rotina.
Amanhã, é hora de olhar para o dia com outros olhos.
E eu quero conseguir.

22 September, 2011

Se calhar devia exteriorizar aquilo que penso e que sinto com as pessoas certas. Com as pessoas que merecem. Mas não o faço. E depois? Depois passo a vida mal disposta com tudo e com todos. Às vezes respondo mal a quem não devia, nem tem nada a ver com o que me apoquenta. O pior de tudo? É ter noção disto e não conseguir evitar e não saber o que fazer para não ser bruta como os comboios [...] daqui

É isto, mas eu, a minha vida, a minha cabeça e o que me rodeiam, não dão para mais.
Acho que me vou mudar ali para a Estação de São Bento. Fico perto da "família" e tenho vista para momentos passados bonitos.

19 September, 2011

Contra os meus próprios princípios aviso que este cantinho ficará, de hoje em diante, um pouco mais parado.

Todos os posts publicados entre amanhã e o princípio de Outubro estão agendados já há algumas semanas.

Contudo, não consigo manter a máscara de que a vida flui deste lado, apenas porque desse lado o esperam.
Há demasiadas nuvens negras deste lado, demasiado cansaço.

Quando e se conseguir retornar, serão os primeiros a saber.

Um beijo com carinho, a todos os que, em qualquer um de todos estes dias passados, passaram por cá,

izzie

15 September, 2011

Do quão difícil se torna celebrar esta data, todos os anos, ser original, ser gira?
Porque me pergunto se as palavras todas já não foram todas ditas.
Porque já não sei se há sentimentos que nos retratem para além do habitual.
Porque o que se oferece e diz aos outros não serve, não chega, não é valioso o suficiente para ti.
Tens noção do quanto, do que, do como eu sinto por ti? - Isto quase, mas só quase, parecem as 5 perguntas das nossas aulinhas do 1º ano, olha que bela memória para começar o dia, hã?!
Se bem que nós não somos amigas...
Chegas àquela idade que, nos meus sonhos, nos meus devaneios de criança, sempre me pareceu mágica e certa, perfeita para ter tudo o que se imagina - sim, tu brincavas com Barbies, eu imaginava as idades em que atingiria certos e determinados marcos da vida.
27 anos...
Mais do que desejar-te tudo de bom, tudo o que imaginas e já não sonhas, mais do que ser como os outros, quero ser mais de nós. Mais de EU. Porque afinal tenho tanto para te dizer, e quero viver tanto contigo.
Que esteja sempre 360 dias atrás de ti. Que me curve perante ti e te venere, aos olhos dos outros.
Só eu sei, só tu sentes.

E para variar, deixo-te o padrinho da Riiiiiitaaaaa. Que o Sr. escreveu mais uma letrinha catita que até encaixa no dia de hoje.

Em honra a você, My Cristina:
Did you say it? 'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.' Did you say it? 'Cause I did and I do. Amo-te - e fora os todos os outros dias, quero dizer isto mais umas 73 vezes neste exact day. Pode ser?
Sendo as últimas décadas com os nossos bichanos (e vai ter que haver um Sócras!) em Francelos a beber chá com torradas e compota às 6 da tarde. Dessa não te escapas...

01 September, 2011

Cansam-me os sonhos adiados, as metas curtas de possibilidade, as nuvens que toldam e vendam os olhos que querem mais além.
O cheiro podre da desilusão e da miséria, o som estridente do não.
A ausência do que se vale em troca do que nos é dado.Cansa a falta de um sol que não aquece senão as mãos.As migalhas mascaradas de troféus e a desfaçatez das diferenças.A falta de ideias que jaz neste chão macilento e doente.. e a palidez decrepita do nosso "acreditar".
É assim a minha vida profissional, nas palavras de uma colega de curso (do mesmo ano, será coincidência?).
E mesmo assim, com "companhia", não deixo de me sentir sozinha, abandonada, quase amaldiçoada.
Morro de medo de todos os dias acreditar menos, enquanto me revolto porque não aceito o conformismo.
Sou feita de emoções paradoxais.

29 August, 2011

Choveu, trovejou, desabou a calamidade por aqui.
Fugi, por momentos, para céus mais estrelados, ventos menos fortes, brisas mais quentes para o coração.
Mas as nuvens negras voltavam.

Só depois de muita luta com o guarda-chuva, com a pele encharcada, consegui ver que, tal como nos desenhos animados, a nuvem negra estava por cima da nossa cabeça, culpa da nossa imaginação e do apertado do nosso coração.

Ao final do final do fim-de-semana, o céu abriu-se como as portadas das janelas e, finalmente, conseguimos ver o pôr-do-sol e algumas estrelas.

08 August, 2011

Pois é...
Depois de 2 meses e meio a dar voltas à cabeça... no exacto instante em que fui buscar o menino a casa dos progenitores, a pessoa que quer ser minha ditou-lhe o nome: Snape.
Sim, sim o Prof. do Harry Potter.
Sim, sim, eu tenho um gato apadrinhado por uma saga da qual não gosto - Há dias em que ainda não acredito.

Porquê?
Porque na noite anterior, para celebrar o aniversário do HP, eu, a minha pessoa e a pessoa que quer ser minha fomos ao cinema, ver o último filme da Saga.
Turns out que os 2 adoram o Prof. Snape...
E como o meu menino é preto, tens os olhos verdes e é matreiro, mas um coração mole, o padrasto olhou para ele e já não me deixou voltar atrás no nome.
Junte-se a isto uma 2ª mãe que considera o nome perfeito.

Et voila, de pouco me serviram as horas de pesquisa, os pedidos de ajuda a todos os amigos e leitores e a meia hora seguida a dizer que não, porque lá em casa ninguém ia perceber o nome...
O bichano ficou fadado graças aos padrinhos.
Agora só falta passarem-me as fotos que lhe tiraram e eu mostro-o a todos vocês.

16 July, 2011

Chega de Montes e Vales.
Chega de a custo escalar até ao, que eu penso, cume, tão inseguro, tão periclitante.
Para me dar conta empurrada, a descer, sem apoio, para o baixio.

Que interessa se no Pico vivo de sonhos e visões.
Que interessam as histórias dos Conquistadores.
Se o Vale é fertilizado pelas minhas lágrimas, pelo suor do meu cansaço.

A luta desgasta, sem me sentir a conquistar qualquer ponto reconhecido.
A caminhada retira forças, crenças e vontade.

Dêem-me planícies.
Não preciso de muitas árvores, nem sequer de um riacho calmante.
Apenas chão seguro, espaço para me sentar, respirar fundo.
Alicerces para uma casa, para poder largar a mochila que me pesa nas costas e na alma.

Dêem-me planícies.
Onde o Sol se siga à chuva. Onde o vento assuste as minhas telhas. Onde o frio me peça mantas e cobertores.
Em que a calma seja mais constante, onde eu possa crer e querer.
Em mim, de mim, nos outros e dos outros.
Onde sinta que cheguei para descansar e respirar o meu ar.

Ou irei sempre caminhar por montanhas que aos olhos dos outros, nos seus universos paralelos, não passam de dunas de areia, que se desfazem com as suas pegadas?

12 July, 2011

Como só agora percebeste que não voltarei a brilhar daquela forma?
Que não volto a pôr a minha vida no abraço de alguém - porque quase morri.
Que não consigo dar passos flutuantes em nuvens de algodão, sorrir o maior sorriso, brilhar com os olhos da alma, só porque tenho alguém ao meu lado.

Um matou essa parte feminina de mim. A crença no cor-de-rosa, nas comédias cliché de Sábado à tarde,  fez com que todas as frases-chavão sejam versões da primeira, da poesia bacoca que me levou.
Um esfumou-se no ar.
Um foi a dor do engano, de ter caído na mentira, de ter pedido para não ser incomodada e não ter sido ouvida. Senti a minha mente, a minha personalidade, a minha amizade violadas, descartadas no capricho de um fraco.
Um foi a paixão assolapada, a surpresa, o proibido, o "só isto", quando o sítio, a altura, o corpo, a personalidade queriam mais, mas lá está, aceitei o que me deram.
Agora vivo a calma de lutar todos os dias para aceitar quem gosta de mim, sem ficar obcecada com os exemplos acima descritos. A conseguir um bocadinho mais, sem descer do passeio, que de atropelamentos estou eu farta.
Pareço calculista, desligada, oportunista, eu sei.

Tenho pena que fiques surpreendida porque não vais ver mais aquela meninas daqueles 63 dias idos.
Cada vez mais me afasto da menina perfeita que um dia tentei ser, que tu sempre acreditaste que voltasse.
Esse cristal quebrou, esse pedaço não volta.
Ficou apenas vidro, duro, temperado para viver com as oportunidades, para gostar da maneira que consegue.
Não será por não brilhar que não vou tentar viver.

05 July, 2011


[No momento daquele abraço vertiginoso, cheio de paixão e sonhos, em que disseste - um filho nosso será lindo - eu soube que nunca sobreviveríamos à verdade. E lembro-me do exacto momento em que ta disse - eu não quero ter filhos - tu perdeste as forças, deixaste-me rolar até à berma. Eu dei o impulso até ao chão.]

É assim que eu vejo a vida, como a vêem aqui também.
Não tenho medo de o afirmar. Não me vejo a mudar de ideias, eu que fiz o caminho inverso.
Mesmo que os filhos que não vou ter tenham nome, um fosse ser cientista e a menina fosse gozar de todo o equilíbrio que não tenho.

14 June, 2011

Tenho amigos que me têm dito: Mostra como te sentes ou não te podemos ajudar.
Tenho a minha pessoa que me abraça.
Tenho quem me tente acalmar, animar.

Mas o que se passa é mesmo isto:
Há alturas em que nos sentimos especialmente à deriva, perdidos na montanha de coisas que a nossa vida (sempre demasiado rotineira na nossa opinião) nos traz. Os afazeres rotineiros, as tarefas no emprego, as atitudes imutáveis de certas pessoas (algumas mais imutáveis ainda) e a razão, essa parvalhona que nos impede de dar o grito do Ipiranga que tantas vezes é sufocado já na garganta, mesmo quando estava já pronto a sair. Eu estou numa dessas fases. Tudo corre mais ou menos, tudo é vivido mais ou menos e falta-me a intensidade dos dias para que eu consiga fazer as coisas com um sorriso nos lábios e chegar ao fim do dia com a sensação de dever cumprido e não com a do ''mais um dia que foi mais ou menos vivido, agora venha o amanhã''.Não me sinto triste, mas também não estou feliz. Os meus dias não me correm mal, mas mentiria se dissesse que correm bem. O mais ou menos sufoca-me já o disse aqui várias vezes. Preciso de projectos e desafios novos, não que as coisas que eu alcancei não me sejam saborosas ou não me façam feliz, muito pelo contrário. Orgulho-me muito de tudo o que consegui e quero manter todas essas vitórias bem presentes nos meus dias... mas a verdade é que eu não sei viver mais ou menos. E a rotina é uma vida de mais ou menos... E enquanto ela não muda, cá estou eu... mais ou menos bem!

De um cantinho que encontrei há uns dias, numa das minhas incursões.
Incrível como está aqui tudo. Tudo para o qual não encontro palavras.
Que leva ao sentimento de passagem pelos dias, que leva às discussões.

Agora, é esperar por voltar a sentir que estou a viver.

16 May, 2011

O meu corpo, neste momento, diz-me que eu vou ficar.
Os dias bons e os dias maus acontecem aqui. As tentativas não dão em nada. As viagens não arrancam do mapa, da mente.
[Realmente já me avisaram que não teria uma vida de grandes viagens...]
Sei que sonho, que tenho sempre pontas soltas que me puxam para outros lugares. É verdade que as minhas grandes memórias e celebrações também acontecem fora daqui. E, em cada uma delas, um pouco do meu coração fica lá - como que a imaginar que se calhar, só talvez, o meu lugar seja lá.
Mas acabam por ser só os bocadinhos bons, as pausas a que tenho direito para continuar a vida.

O meu corpo ressoa vais ficar...
Por um lado concedo, por outro, ambiciono. Porque não posso ficar eternamente a contar os dias e porque os sonhos começam a perder a cor, enquanto a inércia volta à minha mente.
Por isso, só por isso, como tu dizes, empurro-me para a frente, abalo os alicerces, assusto. Porque tenho medo e não quero "morrer" no mesmo sítio, porque tenho ciúmes dos outros.
Sei que, quando estivermos sós, vais olhar para mim, com os olhos da sabedoria e da consciência, vais sentir a minha dor - que já sentes, mas que o dia-a-dia não deixa acalmar - mas vais suspirar de alívio.
[Engraçado... como o que eu procuro todos os fins de dia é mesmo o teu abraço, no nosso loft almofadado...]

Contigo, nestes últimos dias, voltei a ser eu. A sentir o abraço, a dar abraços sentidos. A energia chega até mim, vinda não sei de onde (será de ti?) e percorre-me. A nossa voz muda. Voltam os códigos e o "só nosso". As memórias, as novidades (mas não todas...), as dificuldades. A certeza que a vida até pode afastar os nossos corpos mas não nos afasta.

O meu corpo segreda: vais ficar...
E uma onde de revolta levanta-se. E depois? Depois sinto a imensidão dos teus olhos.
Porque é aqui que tu estás.

Amo-te.

29 April, 2011

Chamem o que quiserem.
Eu só sei que me sinto assim: entre grades.
Todos os dias mais, todos os dias pior.
Como se o mundo estivesse a acontecer lá fora, mas não tanto para mim. Como se os meus sonhos fossem todos esfumar-se e a vida ficar ainda mais vazia.
Humm... gomas!...

A Primavera anda aí em força... e eu, que nunca acreditei na força das hormonas e do calor, sinto-me terrivelmente desapaixonada. Há carinho, há crença, coisas muito bonitas. Há dias em que quase dou a mão à palmatória e só me falta "gritar" um "Volta, estás aperdoado!", à moda do Shôr Hermano...
Mas nada de paixão, da louca e da fervorosa... nada há meses, muito meses.

Aaah gostava tanto que o meu coração palpitasse...

De pouco me serve a vista onírica e enevoada do Douro que me brinda lá fora.
Por aqui pouco se sorri... só sinto o peso do mundo e das pequenas obrigações.

06 December, 2010

É oficial.
O "bicho" voltou, outra vez.

Voltou a atacar a minha mãe. Assusta a família. Faz correr lágrimas às escondidas. Escurece o futuro.

O "bicho" voltou.
E desta vez, eu tenho medo dele.

- - -
Obrigada a todos pelos carinhos.
Pelos ombros para chorar.
Por estarem desse lado.

03 December, 2010

Sim, eu sei que está frio.
Que o gelo já dura. E que hoje vai piorar e que, pelos vistos, amanhã o Sol foge para se esconder outra vez.

Sim, eu sei que os meus dedos gelam, todas as manhãs, a caminho do metro.
O rosto cora. O calor do corpo entra em conflito com a brisa que me rodeia.
De luvas, casaco e boina.

Sim, eu sei tudo isso.
Que há quem se queixe das mãos, dos dedinhos em cubo ártico.
Quem dê as boas-vindas ao sofá, à manta, ao chá.

Eu alegro-me com o frio lá fora.
Alegro-me com o aproximar do Natal, da aletria, do aquecedor.
Alegro-me com as palavras de quem não me falha, de quem não me surpreendeu, porque são positivos, porque estão comigo todos os dias. A certeza é uma coisa boa.

Só tenho medo... que o frio tome conta de mim, da minha família, do Natal este ano.
Já não tenho 9 anos para acreditar que és rainha. Já não tenho 20 anos para achar que és a mulher mais forte do mundo e te vais safar sempre.
Tenho medo e por isso, torno-me gelada.

27 October, 2010

Incrível como tenho as maiores conversas, as melhores, em que digo tudo, em que o meu humor e witty charm estão em alta... quando apenas te imagino.
Brinco, innuendo, mostro, sem mostrar demais. No jogo, que, já devia saber, não me costuma correr assim tão bem. E na minha mente só olhas. Ouves.

E depois, lá fora, não te vejo.
E depois, lá fora, outros tentam outra vez.
E eu vejo, que pela 2ª vez neste ano, me deixo ficar calada, sem pedir resposta.
E depois, lá fora, vejo, triste, quem já cometeu o meu erro.

Nem isso me chega para libertar as palavras. Para aloucar. O medo do não é maior que eu - mas... também, eu sou pequenina...

Sobra-me o aperto no peito.

11 October, 2010

Para lutar. Que não perco. Que sofro mais calada.
E acredito. E treino as falas no escuro. E sou uma montanha-russa de vai correr bem e já passou o meu tempo. Porque o Universo já brinca cá dentro. Para que eu aprenda. E faz-me voltar a rituais de meses passados.


Hoje pela blogosfera toda a gente fala em recomeçar.
Na brisa fresca do Outono que os empurra para fora da cama e os faz agir.
Eu... estou com uma vontade louca de fugir aos gritos. Esconder-me na cama a sonhar acordada.
Porque sim... sou fraquita.

E ainda há quem me lembre.


Por isso decidi. Vou começar pela 2ª vez. Aceitar quem me quer arrastar e ensinar. Porque preciso de ensinamentos com fundamento. Preciso mais do que a falsa sensação de força a que me entrego simplesmente porque há quem assim pense de mim.

Openning up on a lockdown. Turning my selfish mode on.

20 July, 2010

Realmente não há nada como conversar.
Realmente a Móninha diz e tem razão: as palavras são o bem mais permanente, que mais marca. Nada as apaga, muito depois de se terem esfumado no ar.

Parece-me ter passado as últimas 24 horas a falar, quanto mais não seja comigo própria...
E cheguei a algumas conclusões:
- Tenho a minha personal hero que amo;
- Tenho quem se preocupe comigo;
- Sei com quem contar, a quem toco;
- Sei o que afinal ando a sentir, por mais que atirem achas para a fogueira, para me confundir;
- Fogueira essa que anda mortiça;
- A coleira está na minha mão, por vontade mútua, e só tenho que me lembrar de passear e não me esquecer de alguém no parque...;
- Tenho um medo terrível de tropeçar e de ser afastada;
- Estou-me a controlar para não criar demasiadas expectativas;
- Sei que ultrapasso os meus limites pelo bem dos outros;
- A minha veia profissional mantém-se pois consigo mostrar dinamismo e vontade que me escapam pelos dedos;
- A Serra do Pilar é um bom sítio para pedir alguém em namoro (eu inspiro frases destas?);
- Estou farta de fãs, quero vivenciadores;
- Tudo indica que vá mesmo ver a Serra e o Pedro, o resto do programa, tenho planos para cada uma das companhias;
- Sou ansiada em Lisboa com direito a surpresas;
- Um livro vai ficar órfão pelas ruas, à espera de iluminar mais alguém;
- Tenho medo mas também tenho vontade;
- Gosto de mim - e é que gosto mesmo.

No meio de confissões, raspanetes, tentativas de percepção, lágrimas, gargalhadas, sonhos com os pés no chão e começo do recomeço do recomeço... hoje estou aqui. Mais leve, mais calma. Um bocadinho mais eu.

Photo by Neemi

28 June, 2010

Pois é... estão a ver aqueles lanços de escadas, de pedra, antigos, daqueles tipo Palácio, com mais de 30 degraus?
Acabei de cair de umas assim. Literalmente.
Esfolei mãos, braços... nódoas negras por todo o corpo. Ao ponto de sentir o meu corpo tremer involuntariamente.
Enquanto caia, telemóvel "esquecido" (mas inteiro, graças a Deus!) no 3º degrau, eu contei mais uns 7... só pensava: Vou morrer aqui e só dão comigo depois do almoço!

O pior de tudo? É que a porta para onde me diriga para sair está fechada, tipo alçapão medieval e não há agora aqui ninguém para me abrir o raio da portinha...
Eu já disse por aqui que sou CLAUSTROFÓBICA?!

Ou seja... em 27 dias sem aqui aparecer, com muitas saudades, algum descanso e muitas expectativas de todo o género... é só para dizer que... logo no dia em que pude voltar por 5 minutos... havia uma conspiração para me derrubar - no verdadeiro sentido da palavra!
Mas não conseguem com duas tretas, meus amigos... ah pois não!

- - -
Eu depois conto mais sobre o pouco que se passou... sendo que o depois pode ser amanhã ou para a semana...
Digo só que li muito, dei uns poucos passeios e fiz vidinha mole.
Até nem pensei assim tanto - sim, eu não passei muito tempo a pensar, so shoot me! - andei mais numa de divagar, conversar e ver o tempo passar.
Houve algumas mudanças por aqui, não consegui agarrar alguns pássaros; pode ser que ainda saiba voar, não com asas mas com a força da mente e dos braços.

Meio cheio... foste a minha maior preocupação... mas o meu e-mail está parvo, não me deixa escrever... atão, vai aqui ao profile desta rapariga e começa tu desse lado... prometo que respondo, sim?
Amordemadrugada... o Sr, Maxwell passou-te as minhas informações?

De resto... mesmo com o corpo desfeito e o coração tremido, ainda não foi desta que vos abandonei, porque não sou capaz de me abandonar...

05 May, 2010

[Já alguém reparou que quando não encontro título é mau sinal? Então, vá... estão avisados.]

Definitivamente nasci para ser diferente.
Benção? Paga? Lição de humildade? Não sei... Ultrapassa-me.
Definitivamente será a minha marca.
Mesmo que me marque menos e marque cada vez menos os outros (será mesmo assim?).
Forte? Guerreira? Poderosa? Não sei... não são os meus olhos que vêem.
Definitivamente não terei a minha doce vingança.
Definitivamente a injustiça não vai para trás das costas. Não nesta vida.
Que me suportem os 7 mil anos atrás e os 800 anos vindouros.
Que me suportem os pais guerreiros que Deus me deu, que eu escolhi e que fizeram de mim o melhor, o perfeito para esta situação.
Agradeço do fundo do coração. De tudo o que sou.

Mas não consigo deixar de chorar a este beco sem saída onde sempre vivi.
Venceste meu querido. Foste certeiro na frase, sem dúvida.
A diferença? É que eu faço esculturas de cristal das minhas lágrimas.

Prometo que amanhã volto à pessoa que quero ser.
Até amanhã.
 
Copyright (c) 2010 Unleash your thoughts.... Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.