23 July, 2010

Todo o corpo me doi, mas já estou no meu cantinho.Soube, dez minutos depois de estar nesta sala, que a porta que me protege as costas recebia antes os caminheiros de Santiago. Estou sentada numa sala onde antes já se ajudou muito gente com o propósito, a luta de vencer uma meta... sinto-me orgulhosa, sinto-me em casa.

Estou a horas de partir para Lisboa. Contente pela alegria que ouço nas vozes das minhas meninas, segura de que vou fechar capítulos, saudosa da viagem. Com vontade de arrumar tudo nas suas devidas gavetinhas, de uma vez por todas para seguir a minha vidinha. E de ouvir muita música e fazer uma purga pelo caminho. Porque é que raio continuo a agir como se retornasse à casa de onde me levaram? Se não gosto da minha avó que é o meu sangue lá. Se o que lá se passou não foi Amor? Um dia ainda vou perceber... digo eu.

Não tive direito a matar saudades ao almoço, nem sei quando vou ter. Passo a vida a relembrar-me que tu não sabes a minha história, que não percebes o aperto no estômago, a tua importância neste momento mais que em outros.
Na tua confusão vais dizendo o que quero ouvir, vamos chegando onde sempre nos senti, mas falta a pessoa, o "naco de carne".
Pelo que vejo a tríade vai ficar em suspenso até ao próximo fim-de-semana...

Só espero que Lisboa funcione como Vila Real em Janeiro. Seria um óptimo deja-vu.

1 thoughts unleashed:

Meio Cheio said...

Ja deves estar de volta a casa...e eu nao te viiiiiiiiiiiii

bahhhh

e bah para o castelo de sao jorge tambem!!

Espero que te tenhas divertido e voltes em breve =)*

 
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