31 May, 2011

Tirem-lhe a barba e é que é mesmo isso...
Sobe rua, desce rua.
Prende o tacão na calçada, magoa o pé, espera pelo comboio.
Troca comboio pelo metro, troca o metro e volta a andar a pé.
Faz 20 minutos a pé, dignos do "Ai Ui" do José Castelo Branco, para chegar ao local da reunião e o responsável se desencontrar de mim... e estar à minha espera no meu escritório... Yeah, great!

Salve-se a voz sexy, o óptimo aspecto e o sorriso apetecível do meu date.
E a forma como a conversa se prolongou...
Realmente um bom olhar e um bom sorriso podem ser bálsamo para a alma - e os pés neste caso...

Mas, bom por bom, ainda não são 16 horas e por mim o dia já tinha acabado... podia ser com o referido a fazer-me uma massagemzinha, que eu não me importava...

30 May, 2011

27 May, 2011

Estava para aqui a pensar e apercebi-me de um pequeno padrão neste blogue...
O hábito de, volta e meia, pôr aqui uma músiquinha para em(a)balar o/para o fim-de-semana.
E se assim é, mais vale criar uma rubrica sobre isto... e fazer figas para não trocar os números de semana para semana!

Começo hoje com uma música da minha alma-gémea em altura - que ouvi ontem na VH1 - e me fez pensar: Hell yeah! Amanhã é 6ª e o fim de semana vai ser catita!

Ladies and gentlemen, I give you Prince na sua fase porcó-eróticó-taradona (já eu não... sou pura, casta e inocente, blink blink):

26 May, 2011

Conheço este blogue desde a sua nascença, vi todos os nomes estapafúrdios que a autora deu a si mesma ao longo dos tempos, já chorei a rir a altas horas da madrugada...
Ora, estando sem nada para fazer... fui lá dar uma voltinha e encontrei o seguinte - com o qual não podia concordar mais, mas reservo-me o direito de fazer comentários, mais ou menos directos:



Uma mulher só quer um homem que:

» seja fiel;
» seja engraçado e a faça rir;
» seja sensível, mas sem ser ele também uma "gaja" (ah pois LOL);
» lhe dê atenção, mas que também lhe dê espaço;
» a ache a mulher mais bonita que alguma vez conheceu, e lhe diga isso, de tempos a tempos;
» a queira desenhar, mesmo que não tenha jeito nenhum (se fosse eu saía um daqueles bonecos tipo "palito");
» lhe escreva palavras românticas;
» goste das amigas dela (mas não demasiado...);
» saiba quando falar e quando estar calado, a ouvir;
» seja culto, inteligente;
» saiba apreciar todos os tipos de arte, de música a cinema a pintura;
» seja paciente;
» não grite numa discussão (ou grite, para a rapariga não parecer louca, sozinha!);
» que pergunte e que responda, proporcionando uma conversa equilibrada (ou seja, homens com Tico e Teco);
» que lhe faça surpresas;
» que dance com ela, em qualquer altura, e qualquer lugar (ok, esta eu dispenso, a não ser que seja a música dos deuses do Shôr Mestre Quim Barreiros) - e sim, estou a falar a sério!;
» que saiba o que está a fazer, nas diversas áreas da relação (para complicadinha já chego eu...);
» que confie nela. No matter what.

Agora, vá, digam lá que não há 'miguinhas na blogosfera...

25 May, 2011

Hoje em pesquisas nas estatísticas do meu blogue descobri que quem lê a Mary Lane, também vem parar ao meu cantinho.
Não sei como, nem porquê (que o meu Alemão está muito enferrujado)... mas até que fico lisonjeada.

Olhem para estas fotos:









I'm in love... quase ganho vontade de voltar para as aulas de Alemão no secudário.

24 May, 2011


[Enquanto ouvia a Alanis, dei por mim a pensar...]
Devo ou não devo apaixonar-me, verdadeiramente?

23 May, 2011

People!
Vamos realmente dançar a noite toda, olhar para o céu e apreciar o mais belo fogo-de-artifício.

As melhores notícias chegaram do IPO... a mãe foi declarada limpa. O bicho desapareceu!
Agora é só ter cuidadinho e andar de olho nele, para ele não chegar nem perto...

E eu, celebrei-o da melhor maneira possível, de lágrimas nos olhos, enquanto alguém gritava de alegria por mim...

Vamos dançar?


[A importância - que te dou - não está nos actos nem nas palavras, está no facto de fazeres parte do meu dia, de me lembrar de ti em certos pormenores, de conversar contigo quando tu não estás... Somos diferentes, não é?]
A minha semana arrasta-se. Só penso em fugir, só penso num cavaleiro andante que me salve daqui e me leve para dias melhores...

Depois chega o fim-de-semana.
Café, conversa, gargalhadas.
Medo, coração nas mãos.
Confusão, desconhecidos, texuga. Jantar, gargalhadas.
Partilhar o segredo. Matar saudades.
Ronha, desconforto, planos.

Depois chega 2ª feira e o primeiro parágrafo deste texto recomeça...
Oh vidinha, resolve-te de uma maneira simpática para mim, sim?

20 May, 2011

Posso pedir que o meu mundo pare?
Ou então ande muito, muito devagar?

O dos outros pode continuar no seu ritmo. à sua vontade.
Mas eu preciso de tempo e oportunidades para dar passos, muitos passos, os passos certos.

Porque voltou o aperto no estômago, the dreams on hold.
Porque o meu mundinho, em vez de andar mais ou menos a uma velocidade normal anda aos solavancos.
E como eu, por muito triste que ande, escolho sempre acreditar... depois sou chamada de precipitada.

Por favor, peçam comigo aos céus, ao universo, a todos os deuses, de todas as religiões... que me dê mesmo a oportunidade, que não me puxe o tapete. E que seja a certa, a acertada.
Cansa ter sempre medo, estar sempre na expectativa, sentir que não posso olhar para o lado...

19 May, 2011

Porque é verdade.
Até confiar, o meu olhar é este... de quem olha, mas desconfia.
Porque confio dificilmente, por muito que digam que sou boa menina, de coração grande e muito disponível para os outros.

Fico no canto, de defesas no topo do muro e olhos de quem gostava de não ter medo. Olhos de quem gostava de confiar.

Tal como os gatos é preciso que me atraiam com a ponta do novelo, me deixem tocar ao de longe, me deixem por as garras de fora. Me deixem, ou não, ter vontade de vir cá fora brincar.
Porque bufo, arranho, escondo-me. Mas, a devido tempo, também ronrono.

Estes também são os meus olhos quando confio. Derretidos com o amor (porque há vários tipos de amor) que tenho pelas pessoas. Com todo o meu carinho. Sempre à espera da oportunidade para saltar para a frente. Sempre à espera que me chamem para brincar...

[Mal posso esperar por ter uns olhinhos destes a olhar para mim ao voltar para casa...]

18 May, 2011




Só para avisar a pessoínha que me rogou a praga, o voodoo, a macumba para 2011... que está a resultar na perfeição!

E o ano ainda só vai a meio...

Obrigadinha, 'tá?!

17 May, 2011

16 May, 2011

O meu corpo, neste momento, diz-me que eu vou ficar.
Os dias bons e os dias maus acontecem aqui. As tentativas não dão em nada. As viagens não arrancam do mapa, da mente.
[Realmente já me avisaram que não teria uma vida de grandes viagens...]
Sei que sonho, que tenho sempre pontas soltas que me puxam para outros lugares. É verdade que as minhas grandes memórias e celebrações também acontecem fora daqui. E, em cada uma delas, um pouco do meu coração fica lá - como que a imaginar que se calhar, só talvez, o meu lugar seja lá.
Mas acabam por ser só os bocadinhos bons, as pausas a que tenho direito para continuar a vida.

O meu corpo ressoa vais ficar...
Por um lado concedo, por outro, ambiciono. Porque não posso ficar eternamente a contar os dias e porque os sonhos começam a perder a cor, enquanto a inércia volta à minha mente.
Por isso, só por isso, como tu dizes, empurro-me para a frente, abalo os alicerces, assusto. Porque tenho medo e não quero "morrer" no mesmo sítio, porque tenho ciúmes dos outros.
Sei que, quando estivermos sós, vais olhar para mim, com os olhos da sabedoria e da consciência, vais sentir a minha dor - que já sentes, mas que o dia-a-dia não deixa acalmar - mas vais suspirar de alívio.
[Engraçado... como o que eu procuro todos os fins de dia é mesmo o teu abraço, no nosso loft almofadado...]

Contigo, nestes últimos dias, voltei a ser eu. A sentir o abraço, a dar abraços sentidos. A energia chega até mim, vinda não sei de onde (será de ti?) e percorre-me. A nossa voz muda. Voltam os códigos e o "só nosso". As memórias, as novidades (mas não todas...), as dificuldades. A certeza que a vida até pode afastar os nossos corpos mas não nos afasta.

O meu corpo segreda: vais ficar...
E uma onde de revolta levanta-se. E depois? Depois sinto a imensidão dos teus olhos.
Porque é aqui que tu estás.

Amo-te.
Para quando a minha vez?
A minha chance, a minha sorte?

Para quando a sensação, que os outros parecem ter, que as peças estão no sítio e os obstáculos são só isso - e não uma forma de vida.

Pergunto.
Mas não peço resposta.
Sei que não há.

10 May, 2011

Mal posso esperar que o meu cabelinho cresça mais uns 3 centimetrozitos.
Assim, entra no tamanho aceitável para fazer uma trança.
Ai como eu gosto de tranças. Especialmente nas tardes de Verão...

09 May, 2011

E de repente esta música volta a fazer sentido na minha vida.

Mas agora como chamada de atenção. Sendo que a última coisa é voltar àquele start, para não repetir aquele fim.

06 May, 2011

... dou comigo a pensar que realmente me devia perder mais no mundo de fantasia que me acuso de ter, e que afinal não existe.
Deve ser tão giro inventar acontecimentos e tarefas para não pensar na realidade...

Agora deixo aqui a música do bater o pé como eu lhe chamo, enquanto, a esta horinha, me pavoneio no meu vestido londrino no alto dos meus tacões, tipo chloe.

Parece-me que o mundo está de pernas para o ar. Parece-me que as portas se fecham e as janelas se batem em vez de deixarem entrar o sol.

Palavras sempre sentidas da minha Carla que me orgulha tanto.

[Ai que saudades de uma boa conversa, com sushi - ainda melhor!]

05 May, 2011

Disseste-me noto em ti uma raiva que nunca antes tinha visto.

Encontraste a palavra-chave para o sentimento que envolve os meus dias.
Estou triste, desiludida, sufocada.

E tudo à minha volta é vazio. E se não é deveria ser.

Não me consigo agarrar a nada para levantar o espírito. Sinto-me oca, escrevo de lágrimas nos olhos.

E não sei quanto mais tempo vou aguentar.

03 May, 2011

Quem quiser ouvir é p'ra ficar
Quem quiser prever pode sair
Mas quem quiser ouvir é p'ra ficar
Se eu nunca fiquei foi por sentir
Que a tristeza é sombra que nos cai
Quando tudo a volta nos 
destrói
[...]
Quem guarda segredo quer dizer
Quem guarda tesouro quer mostrar
Quem não tem vergonha quer provar
E todos sabem como tem que ser

[...]


Porque esta sou eu.


E de quem serão os versos?
Ora tentem adivinhar? Sem Google, sim?

02 May, 2011

não, ò Izzie de Vasconcellos e Andrade?

Pois sim, mas não.

Porquê?
Porque não fico extasiada com o que deixa os outros em alegria.
E porque estou ressabiada com o que tenho.

Posso voltar a 23.09.2003? Ou a 01.03.2007?
Nessas alturas, ao menos, acreditava nalguma coisa - quanto mais não fosse, em mim.
Porque raio é que eu nunca fui uma menina cor-de-rosa?

Alguém me tira deste filme? Agradeço colocação numa comédia levezinha, que de humor negro já eu estou cheia.

A gerência agradece.
 
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