Powered By Blogger
Showing posts with label moment of rage. Show all posts
Showing posts with label moment of rage. Show all posts

03 October, 2011

Estou cansada.
Estou cansada de mim.
Do vazio.
Do arrasto.
Das lágrimas que correm cara abaixo enquanto conduzo.
Cansada da revolta dos dias.
Cansada das pessoas do passado que me perseguem em pesadelos para me humilhar uma e outra vez.
Cansada do ansiolítico não fazer efeito.
Cansada de querer que os meus dias sejam em casa, com o Snape, entre a cama e o sofá, os mimos e o olhar, simplesmente olhar.
Cansada das oportunidades dos outros.
De acreditar menos, todos os dias
Da inveja que se instala.
Cansada do bom nunca chegar a mim.
De me sentir sabotada. Relegada.
Cansada de viver a obrigação.
De não estar.
Cansada de, supostamente, estar a desperdiçar.
De não conseguir agir.
Cansada da luta vã e inglória.
De, pelo menos, não estar feliz.

Estou cansada.
Cansada de mim.

22 September, 2011

Se calhar devia exteriorizar aquilo que penso e que sinto com as pessoas certas. Com as pessoas que merecem. Mas não o faço. E depois? Depois passo a vida mal disposta com tudo e com todos. Às vezes respondo mal a quem não devia, nem tem nada a ver com o que me apoquenta. O pior de tudo? É ter noção disto e não conseguir evitar e não saber o que fazer para não ser bruta como os comboios [...] daqui

É isto, mas eu, a minha vida, a minha cabeça e o que me rodeiam, não dão para mais.
Acho que me vou mudar ali para a Estação de São Bento. Fico perto da "família" e tenho vista para momentos passados bonitos.

01 September, 2011

Cansam-me os sonhos adiados, as metas curtas de possibilidade, as nuvens que toldam e vendam os olhos que querem mais além.
O cheiro podre da desilusão e da miséria, o som estridente do não.
A ausência do que se vale em troca do que nos é dado.Cansa a falta de um sol que não aquece senão as mãos.As migalhas mascaradas de troféus e a desfaçatez das diferenças.A falta de ideias que jaz neste chão macilento e doente.. e a palidez decrepita do nosso "acreditar".
É assim a minha vida profissional, nas palavras de uma colega de curso (do mesmo ano, será coincidência?).
E mesmo assim, com "companhia", não deixo de me sentir sozinha, abandonada, quase amaldiçoada.
Morro de medo de todos os dias acreditar menos, enquanto me revolto porque não aceito o conformismo.
Sou feita de emoções paradoxais.

29 August, 2011

Choveu, trovejou, desabou a calamidade por aqui.
Fugi, por momentos, para céus mais estrelados, ventos menos fortes, brisas mais quentes para o coração.
Mas as nuvens negras voltavam.

Só depois de muita luta com o guarda-chuva, com a pele encharcada, consegui ver que, tal como nos desenhos animados, a nuvem negra estava por cima da nossa cabeça, culpa da nossa imaginação e do apertado do nosso coração.

Ao final do final do fim-de-semana, o céu abriu-se como as portadas das janelas e, finalmente, conseguimos ver o pôr-do-sol e algumas estrelas.

16 July, 2011

Chega de Montes e Vales.
Chega de a custo escalar até ao, que eu penso, cume, tão inseguro, tão periclitante.
Para me dar conta empurrada, a descer, sem apoio, para o baixio.

Que interessa se no Pico vivo de sonhos e visões.
Que interessam as histórias dos Conquistadores.
Se o Vale é fertilizado pelas minhas lágrimas, pelo suor do meu cansaço.

A luta desgasta, sem me sentir a conquistar qualquer ponto reconhecido.
A caminhada retira forças, crenças e vontade.

Dêem-me planícies.
Não preciso de muitas árvores, nem sequer de um riacho calmante.
Apenas chão seguro, espaço para me sentar, respirar fundo.
Alicerces para uma casa, para poder largar a mochila que me pesa nas costas e na alma.

Dêem-me planícies.
Onde o Sol se siga à chuva. Onde o vento assuste as minhas telhas. Onde o frio me peça mantas e cobertores.
Em que a calma seja mais constante, onde eu possa crer e querer.
Em mim, de mim, nos outros e dos outros.
Onde sinta que cheguei para descansar e respirar o meu ar.

Ou irei sempre caminhar por montanhas que aos olhos dos outros, nos seus universos paralelos, não passam de dunas de areia, que se desfazem com as suas pegadas?

16 June, 2011

Nunca me tinha acontecido isto.

Chegar aqui, começar um texto e escrever, apagar, escrever, apagar... Dei início a três textos diferentes. Nenhum deles era este.

Desisto! Já vi que hoje não vou conseguir escrever o que queria.
Para não variar, não vou conseguir pôr esta situação e este sentimento em palavras.
Será que me tornei tanto jornalista que preciso de perguntas para obter respostas?...

Afinal o que é isto?
Auto-censura? Burrice? Falta de vocabulário?
Causas externas não são, porque nunca ninguém me impediu de escrever.

Passa-se tanto cá dentro é incrível como não é visível de fora.
Encomendem-me um divã! 

Dizem que as primeiras vezes são difíceis.
E eu realmente não gostei desta.
Sinto-me muda, privada da minha liberdade.

08 June, 2011

Muito gostava eu de poder passar assim um dia da minha vida, sem me sentir culpada no fim.

I guess it is just not in my nature...

23 May, 2011

A minha semana arrasta-se. Só penso em fugir, só penso num cavaleiro andante que me salve daqui e me leve para dias melhores...

Depois chega o fim-de-semana.
Café, conversa, gargalhadas.
Medo, coração nas mãos.
Confusão, desconhecidos, texuga. Jantar, gargalhadas.
Partilhar o segredo. Matar saudades.
Ronha, desconforto, planos.

Depois chega 2ª feira e o primeiro parágrafo deste texto recomeça...
Oh vidinha, resolve-te de uma maneira simpática para mim, sim?

18 May, 2011




Só para avisar a pessoínha que me rogou a praga, o voodoo, a macumba para 2011... que está a resultar na perfeição!

E o ano ainda só vai a meio...

Obrigadinha, 'tá?!

16 May, 2011

Para quando a minha vez?
A minha chance, a minha sorte?

Para quando a sensação, que os outros parecem ter, que as peças estão no sítio e os obstáculos são só isso - e não uma forma de vida.

Pergunto.
Mas não peço resposta.
Sei que não há.

14 January, 2011

Amar não é: passarem-nos sempre a mão pelo pêlo, como se faz aos cães; não é dizerem-nos o tempo todo que somos bestiais; não é não nos chamarem à atenção para as nossas falhas; não é não querermos que quem está ao nosso lado não evolua, que seja melhor a cada dia; não é passarem o dia a dizer-nos coisas bonitas e a dar-nos beijinhos. Não, isso não é amor.

Pensava que já tinha aprendido isto. Pelos vistos não.
Deixei uma pessoas daquelas ali da citação entrar na minha vida porque toda a gente me diz que um bocadinho de mel não faz mal. Que devo abrir as portas, aceitar quem me diz querer e viver.
E eu acredito nos outros, quando vejo que eles me querem bem. Porque eu também me quero bem.

Eu... quando gosto (porque amar não aconteceu, neste caso, e é uma palavra demasiado forte) faço quase o oposto.
Ajudo, ensino, abro os olhos. Encorajo, apoio, dou liberdade. Sorrio, dou-me, brilho. Toda eu sou detalhes e atenção e sentimento, sem exageros, sem palavras e gestos chavão. Mas com muita verdade.
Sou verdadeira, sem mais adornos do que para os outros, sem sugar-coating.
Não sou só mel e mimos e atitudes que ficam bem. Com sorrisos e palavras apaixonadas para ficar bonito na fotografia.
Sou eu para outra pessoa.

Pensava que já sabia lidar com pessoas que mascaram o que acham que sentem, ou a necessidade de sentir para não ficarem sozinhos a contemplarem a bola-de-neve de fraquezas que são.
Saber lidar sei. Oh para ele fora da minha vida.
Só não sei lidar é com o meu ego, que gosta das palavras bonitas.
Com o meu coração e espírito que sonham, acreditam e que depois se fecham com o estilhaçar das falsas promessas.

Ao menos, desta vez, disse tudo o que tinha a dizer.
Não fiquei destruída sozinha. Deixei marca, tirei pedaço - sim, sou vingativa.
Tem que chegar. Tem! Para que não se repita.

13 January, 2011

Não é digno de saborear o mel aquele que se afasta da colmeia com medo das picadelas das abelhas.
William Shakespeare
 
 Palavra-chave da citação?
Digno.

27 October, 2010

Porque, graças à incompetência e cuzinho virado para a lua dos outros, estou em lágrimas no Gabinete.
Com vontade de bater a porta, sair e voltar.... lá para o ano novo.
Porque se calhar nem davam pela minha falta.

Porque me lembro do jantar de 17 de Setembro e só penso que tu és perfeito para me deixar mandar dois berros e chorar. Que tu também sabes e percebes.

E porque sonhos são só sonhos.
E a downfall já começou.

Faz-me falta o ombro, e a paciência e a cofiança para chorar.
Resultado: estou a chorar na mesma, mas com os colegas da Casa parvos a olhar para mim no Gabinete.
Nice.
NOT!

01 October, 2010

Estou oficialmente irritada.
Sonhei-te, tive-te. E agora estou em fogo por dentro, em vontade, em dúvida. Medo e saudade.
[Porque raio sou anti-social e temerosa?]

Convidei-te, dei o passo, fiz-te feliz.
E no fim? Falhas, recuas, bloqueias-me. Percebes a irritação mas não ages para remediar
Estás/estavas a ser a tentativa, a calma, a hipótese, apesar de tudo.

Aproximei-me como amiga, como presença diária. Com a melhor das intenções.
E agora vejo-te repetição, gosto, susto que tem tudo de bom, mas que não me vejo a encontrar como justificar.
Já não tenho a mesma energia.

É o que dá ter demasiadas ocorrências ao mesmo tempo.

Porque te sonhei e te tive agora não consigo libertar a mente para mais nada.
E eu que te via como out of my league, como teenage crush.
E estás aqui, e aqui dentro e ao mesmo tempo não estás.
Começo a ficar farta de me sentir esta mulher. Mas não consigo parar o carrosel.
Cheira-me que o fim-de-semana sozinha vai ser de purga. Choro. E muito mas muito terror pessoal.

Que não me falte a Móninha hoje. E os seus presentes de aniversário atrasados. E o lanche que a metros de ti me vai fazer abrir o coração.
E, no fim, só ela vai saber o que realmente se passou nestes dias.
Quem me trouxe de Lisboa. Diferente e presa até à sua partida.

Irritas-me. Anseio-te. De olhos rasos.
Ou que a minha (a)normalidade volte.
Leva-me tudo que eu tenha, amor

Se duvidas que teu corpo
Possa estremecer comigo –
E sentir
O mesmo amplexo carnal,
– desnuda-o inteiramente,
Deixa-o cair nos meus braços,
E não me fales,
Não digas seja o que for,
Porque o silêncio das almas
Dá mais liberdade
às coisas do amor.
Se o que vês no meu olhar
Ainda é pouco
Para te dar a certeza
Deste desejo sentido,
Pede-me a vida,
Leva-me tudo que eu tenha
–Se tanto for necessário
Para ser compreendido.


António Botto (1897-1959)

30 September, 2010

29/09/2010

Meine Liebe,

Escrevo-te da sala que dominou os últimos 6 dias da minha vida. Na tua cidade, no meio da confusão. Sento-me no silêncio impossível, rodeada de frio.
Percebo neste momento que não te guardo rancor. Só uma enorme estranheza, como se falasse de um estranho e recordasse uma imagem desfocada da televisão. E a vontade superior de querer ter a última palavra...
Vejo-te como a porta para todos os outros, vejo-te como quem permite que eu tudo deixe acontecer, sem impor limites, talvez na ânsia do que pensei ter contigo.
Pergunto-me se o deambular, o fugir, o entalar-me com as palavras e arranjar desculpas vai ser sempre este e assim e quando é que isto vai parar. Vivo o medo de não conseguir quem quero, mesmo quando é, momentaneamente, meu.
E porque será isso? Culpo-te da frieza, da falta de crença no lamechas, culpo-te por já não necessitar (ou pensar) de tal.
Ironicamente, a tua cidade, o teu território é capaz de fazer de mim a mulher mais feliz e a mais duvidosa; a mais poderosa e a mais insegura. Dá-me tudo com uma mão para ma tirar com a outra. E me deixar a sentir que não tive nada, in the first place. Já que as memórias não me tiram...
Por ti, pelas ruas, pelos sonhos, não consigo deixar de chegar aqui e sentir que podia ficar, quase como em casa.
Mas, ao mesmo tempo, corto todas as amarras e dou por mim a olhar para as cores e a luz e o céu e a tentar assimilar tudo para mim, como que se a roubar a todos os outros, para te tirar a ti, porque não mereces o que tens. Porque retornas como lapsos linguae, em sustos repetidos, mea culpa de quem temporiza uma ilusão falsa.
Tu és um não sei, um ainda bem que saíste, o melhor vazio de informação. És quem não faz falta, mas és também a praga que assusta, o véu que separa, o vento frio que faz sair da praia; invisível, mas perceptível. Até ao dia em que eu crescer...
Sou o rótulo do quero, não quero, do que os outros têm, das memórias pequenas e do não sei o que fazer com o que me dão. No momento falho, presa na engrenagem do medo, e martirizo-me pelo que podia agora dizer, depois de ter pensado, mas sem saber se vou ter oportunidade.
És a frustração e a culpa das lágrimas; de quem se seguiu e não percebo e vejo fugir, quando o queria aqui, devagar, como num encantamento.
- - -
Escrevi esta carta ontem. No meio de uma sala vazia, de "fim de festa", no gelo do ar-condicionado.
Enquanto planeava todo o trabalho que me esperava em cima da secretária, agora que voltei.
Foi a semana do tudo e do nada. Da euforia e do medo. Da vontade de gritar e só ser silêncio. Da viagem tensa, com laivos de reconstrução do dia-a-dia. o querer ouvir sim ao convite que nem era meu, ou feito por mim.
Tenho medo, sou pequena. E vou acabar a guardar o que não posso contar apenas e só em mim.
Sei que as lágrimas me vão apanhar quando acordar para a noção de personal little secret bliss stuck in time.
E eu só queria retornar às 2h de dia 25.
Quero mais. E outra vez. E outro lugar. Quero repetição, ênfase, para colar e ficar. [Querer é poder? E ter?...]

13 September, 2010

Do jantar de 6ª:

B. - Entrei [para a Faculdade]!!!!
Izzie - Sozinha?! [pensou que ela estava a falar da porta de casa] [Da-lhe uma luz...] Aaaah entraste!!! [E começa aos saltos no quarto]

E. - Então e qual é o significado do teu nome?
Izzie - Pusta e Cara [Querendo dizer Pura e Casta].
E - Isso, isso bebe mais sangria, melheri... Ainda bem que tem um s lá para o meio.


EVO - Ela que beba. Só assim é que a levo para casa comigo. [sobre a Izzie - note-se que a Izzie lhe deu boleia às 3 da manhã, maaaas não ficou lá em casa]
Móninha - Ainda bem que assumes que só assim.


G. - Vá senta aqui na minha perna. É melhor que um banco de pedra.
Izzie - É. Por acaso és bom. És ergonómico.

E boa sangria. E penalties que surpreenderam gente. E Muitos parabéns cantados. E os meus 10 dedicarem-me as Taras e Manias [eu comecei por fugir da mesa mas acabei a cantar com eles]*... E prendas simplesmente fantásticas. E a minha Móninha do meu lado esquerdo a todo o momento para lembrar que sobrevivi aos 24 e que agora tenho o livro da aprendizagem nas minhas mãos.
E dançar muito no Alfaiate. Com a bateria infindável do G. (que tem agora um clube de fãs dispostos a pagar deslocações). O vestido rodopiante da A. E o momento Bonga com o EVO.

O resto do fim-de-semana foi para esquecer...
Mas ao menos vou sorrindo, right?

* assumo aqui perante todos que me revejo nos versos uma lady na mesa, uma louca na cama - embora a mesa também dê para muita loucura.

08 September, 2010

Amor não é prazer, é sacrifício. Sacrifício para esperar, para compreender, para amar.
Descaradamente roubado daqui

E há quem saiba. E há quem mostre. Mas depois há sempre o mas, o não é bem isso. Quem falhe redondamente quando tinha tudo.
Acabei de pedir quem me pede em casamento há 10 anos. Falta a data. E os sinos a tocar. Foi o sorriso do dia.
E aí bate-me. Sim, tenho um clube de fãs. Sim há quem me defenda e levante. Quem viaje quilómetros por mim.
Causo sorrisos e acenos de cabeça.

Amanhã há um jantar. Com mais pessoas que as esperadas. Pequenas surpresas. Esforços.
Prometi a mim mesma que a inércia do ano passado não se repetiria. E estou a lutar tanto.
Encontro-me vazia, drenada. O baque voltou.

Dentro de horas a minha luta pessoal, o susto dos meus pais, a invejinha boa da minha irmã, o terror do meu sobrinho-afilhado faz 25 anos.
Eu cá estou. Amanhã serei um T1.
Ansiosa como todos os anos na minha índole narcisista. Mas sem grandes sonhos.
Só a ideia de sacrifício e compreensão, como em todos os outros dias.

07 September, 2010

Skinned knees + brusied heart = Shattered ego

Com isto peço encarecidamente que parem de me lixar (isto sou eu a ser simpática), sim?
São demasiadas coisas para uma pessoa, uma mente, um cérebro e um coração só.

A gerência agradece, antes que ensandeça.

06 September, 2010

O fim-de-semana não foi bom.
Nada, em nada.

Estou cansada, magoada, sem saber com o que ou com quem contar.
Diziam que as coisas melhorariam quando me aceitasse.
Pronto, já está. Já sei viver comigo, mais ou menos feliz.
Isso não quer dizer que os outros saibam viver com isso, que ultrapassem o óbvio.
Parece que é o meu karma, o meu fantasma, a minha dúvida existencial.

Não tenho culpa se escolhes seguir um caminho e depois não gostas das consequências. Nada fica igual depois de passar o navio. Só mesmo na música dos Delfins.

Não é bonito.
E a ironia é que ainda este fim-de-semana dei por mim a pensar nos "Picos e Vales"...
Mas só me apetece um ombro, verdadeiro, para chorar.
Não é bonito, mas é verdade.
Não me vendam felicidade hoje, não surte efeito.
- - -

Pathos é Caminho, Destino em Grego.
Souly em tradução literal seria "almamente", de corpo e alma.
Qualquer dúvida, dirija-se à caixa de comentários.
 
Copyright (c) 2010 Unleash your thoughts.... Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.