31 August, 2009

Há muito tempo que não fazia isto. Talvez porque há muito... não me identificasse tanto.

Mas, acima de tudo, obrigada Carlos (visitem o No Limite das Ondas, para mais)... porque, mais uma vez, encontraste as palavras, que, na minha confusão, me falham.

Foram estas as que quis ir dizendo... numa tarde de Amor doloroso, mas verdadeiro e total.

Quantas vezes sinto-me como um espaço vazio e nada faço para o ver preenchido.
Quantas vezes sei que a culpa é minha, esqueço-me que há um mundo lá fora, e fico no meu, à espera que o fim do mundo aconteça. Assim tudo ficaria resolvido, não precisaria de procurar uma agulha num palheiro nem teria que disfarçar o que sinto. E quem julga que o que sinto é o que alguns sentem, estão enganados, sou especial, tenho que pensar desta forma, só assim faz sentido o beco sem saída em que me vejo quando paro para pensar e por vezes o faço. Resta-me a migalha que consigo agarrar quando estou demasiado ocupado para me desligar do que sinto.
Quantas vezes depois das férias tenho forças para aos poucos e poucos fazer a diferença no meu quotidiano, e com o passar do tempo, cruzo os braços e vejo a vida a passar. No fundo não devo querer o mesmo que os outros têm, ou o que aparentemente os outros querem e têm ou julgam ter…acredito que nem tudo o que se vê é a realidade de quem sente.
Quantas vezes o meu coração fica apertado dentro do meu corpo apesar do espaço em branco e vazio.
Quantas vezes já tentei afastar de mim pensamentos que adormecem em mim e não os consigo acordar. Quantas vezes esqueço-me de que há sonhos que vale a pena dar-lhe pernas para andar, mas esqueço-os…é a forma como vejo as coisas, quando vejo a realidade pintada com cores reais e não com as que gostaria que fossem.
Nas férias esqueci-me do espaço vazio que sinto dentro de mim. Já contava com isso, e ainda tive direito a uma miragem, um sorriso e um aceno de cabeça que me fez duvidar da minha capacidade de bom observador. Nada muda quando deveria, é como se um choque em cadeia pudesse fazer a diferença na monotonia que é o desenrolar duma vida.
Por vezes quero ir para lugares desconhecidos, mas grande parte do tempo prefiro ficar onde estou, senti-me agasalhado, não corro o risco de sentir frio e fome, mas acabo por sentir o frio da alma e a fome do coração. Que se lixe o lixo que entulha os pensamentos.


Porque o Universo é fascinante...
E as coincidências... os Sinais... me fazem pensar.

28 August, 2009

Com a fluída saia dourada, de pés descalços sob a relva fresca... danço debaixo de um certo sol.
A brisa, os salpicos frescos de encontro à pele, ai que saudades!... porque agora sei apreciar o lugar que me sorriu quando ainda estava perdida nas memórias, mas que mesmo assim me atraiu e susurrou: "Anda caminhar cá fora, encontra-te comigo".

Como ouço, neste exacto momento, In my place, in my place... I was scared and underprepared.
Talvez tenha sido isso.

Mas sei que quero lá voltar, sei que lá fiquei.

Na simplicidade da vida, num fiapo de tempo interminável.
Please, comeback and sing to me, ouço.

E neste momento... com o sol a começar a descer, com todas as cores ainda mais vivas, com o conforto do chão fofo... dançaria e cantaria isto [http://www.youtube.com/watch?v=s5HZgTTy0b0], num pleno acto de liberdade...

Há surpresas tão giras :D... e o youtube que hoje não quer colaborar...

24 August, 2009

On a week of Life and Death...
I've realised that...

You've been my rite of passage.
From what there was before... to whatever I am now, or will get to be in the Future.

20 August, 2009

... têm duas opções:











Um ou outro... ou os dois!... :)

Vejam... eu até dou poder de escolha... sou 'miguinha! ;)

Claro que... acompanhados de saborosa comidinha chinesa (imaginem eu a comer com os complicados pauzinhos, eu... conhecida pela minha bela destreza... ), na praia... e regados a vodka preta e vodka morango, puramente russas...

Eu não disse que queria, ok?... isto não é um pedido, não me podem acusar de manipulação... porque isto é mesmo é... uma ORDEM! xD
Sou tãaaaao pouco exigente...

18 August, 2009

It looks like despite of all of our differences and the (forced) distance we are still similar.
I don't know if all you have been doing is a lie (more and more I see you as the Great Pretender); I know my efforts weren't, I mean... I hesitate, I'm known for my incoherence, but I know I'm always me.
But, strangely, and against my will, I guess we meet again in the same page. But now, this time, I actually didn't like to see us sharing moments, I felt like you are trespassing my soul by putting my state of mind into (your)words.
I've known, for quite some time now, that that is the general feeling in me, the not knowing how, why, how come. And I know where it comes from. That's the gap between us... I don't act like everything is such a big suprise. I don't, I can't contradict my nature.
The general sensation of crumbles... you brought that to me; but I always thought that you'd come off of it sooner. But then again... we can't forget it is Summertime...
For all the not that nice feelings you made and make me feel... I can't help but feel "good" to see you a bit balanced. Or else life wouldn't be fair... and from you and about you that is all I expect: justice.
So, a previous statement comes to light again “Tu és. Eu... tento não ser.
- - - - -
We are allowed to crave for foolish things, right?
All of the practical facts and my rational side tell me that it can't be. That everything is okay. I jsut have to wait... and in normal circumstances I wouldn't care.
I've crossed the line further before and things went along fine... I'm just sick of counting the days and the hours. Being anxious doesn't help, I know, but I can't help it. I'm kinda going crazy here!!!
I just know that now that I killed the cat's curiosity I don't think I'll be pulling a stunt like this one again.
But at least I learned something from it. Like with everything in life, right? [I've breaken another wall]


- - - - -
Minutes after breathing, reuniting, talking... that hapenned...
Like a warning... "Behave, little girl! There are worse things in life."
And now I have yet another thing to worry about...

13 August, 2009

O laranja de final de tarde, estival, espreitava por entre as árvores.
Deitada debaixo dos ramos longos, que quase beijam o chão, ramos que já abrigaram tantos sonhos e gargalhadas, deixa a mente vaguear.

“Para quê um divã num quarto cinzento quando se tem o verde, o laranja e o azul reunidos em torno da brisa?”

Desde há meses que não olha a natureza da mesma forma. Acima de tudo, a natureza humana.
A viva e verdejante – e com ela – aprendeu a ver com os olhos da alma. A ver como os detalhes podem parecer saídos de obras-de-arte. A enquadrar elementos para mais tarde recordar. Aprendeu a resgatar detalhes que tenta, contra a personalidade da sua memória fotográfica, guardar na memória.
Mas a natureza humana... a humana...
Essa natureza não cansa. Será pela capacidade de surpreender? Pelo expectável dentro do inesperado?

Que não a olham como deviam? Sabe. Que, pela sua personalidade fugidia, é sempre vista como responsável e causadora? Imagina.
Porque os sentimentos e a sensibilidade, poucos conhecem. (Às vezes nem ela...)
A maior surpresa reside dentro dela. Dos passos pequenos que dá, que por vezes se transformam em corridas de 100 metros barreiras num passe mágico. Quando as palavras lhe escapam dos lábios. Quando, de manhã, se imagina capaz de fazer algo, que até aí, não fazia parte da sua personalidade.

A temperatura começa a descer... mas o brilho do Sol permanece. No sorriso aberto de que poucos conhecem o esplendor, nos olhos que poucos conseguem ou sabem ler.
Esta unicidade existe ainda? Talvez... o acesso é que se torna difícil. “Todos são maus até prova em contrário.” Profundamente agradecida por quem tem, não consegue evitar um suspiro triste quando esta frase se repete interiormente. Agora percebe a verdade nesta frase, enquanto pensa em largar o mundo por um (certo) abraço. Daqueles que despem, não o corpo, mas a mente. O quanto anseia por esse toque...

E a mente... essa viaja, a uma velocidade cada vez maior.
A relva fofa é o chão que sente, que a prende à realidade... o lugar de onde gostaria de escapar, pelo receio de repetir estórias ou de, mais uma vez, na sofreguidão, escolher o trilho errado.
Olha o laranja do céu mais uma vez. Respira a brisa enquanto tenta sacudir as memórias e deixar permanecer apenas um sorriso. O seu (que parece tão perdido e desprovido).

- - - - -
Caght in the warmth of you after all the walls came tumbling down.
So here I find myself again... hostage of a dream. When all I seek is reality.
I used to ask “make me believe”. Now... I just want you near, not to test me or to make the nightmares go away... but just to be close.


- - - - -
Vitinho... como é que sabias que aquela é a minha música favorita dos Humanos? ;)

11 August, 2009

[E não, este não é - já! - um apelo ao dever cívico de cada um para as próximas eleições. Temos tempo para isso, mais tarde.]


Porque tenho estado dividida entre sorrisos e fantasias, vontades e desejos, entre solicitações, entre carne e etéreo... e porque tenho sentido as pessoas mais importantes para mim indecisas também...

A mim, e a vocês que adoro, digo: não olhem a indecisão de lado, como se fosse um convidado inesperado e chato.
Aproveitem o balanço, a agitação miudinha que traz... e tomem as decisões no seu vai e vem.

Então, lembrei-me desta letra... da forma como, dependendo dos dias, pode dizer tanto - (recomendo a versão dos Humanos).


Estou além - António Variações

Não consigo dominar
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P’ra não chegar tarde
Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
[...]

Vou continuar a procurar a quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só

Quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
[...]


Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P’ra outro lugar

Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar
Porque até aqui eu só

Estou bem
Aonde não estou
[...]




Não será este, um bocadinho, o Fado dos nossos dias?

- - - - -

Realmente... tu não enganas ninguém...

Será que eu vou conseguir? Incluindo a mim mesma?...

I miss you... I really do...

05 August, 2009

Love, what it is? - Rita Redshoes
(Love, Love)
Don't you know what it is?
(Love, love)
Don't you know how it feels?
(Love, love)
Don't you know how it breaks?
(Love, love)
But I know that it kills
(Love, love)
Don't you know how I miss you
(Love, love)
Remember the way I kissed you?
(Love, love)
Don't you know what it takes?
(Love, love)
But I know that

I forgive if you're still aware
But listen to me honey,
This is not fair
But I should keep you if you run away
But if you miss me honey,
I'll be okay

(Love, love)
Don't you know what it is?
(Love, love)
Don't you know how to choose?
(Love, love)
Don't you know how it breaks?
(Love, love)
Well I know how it blooms
(Love, love)
Don't you know how I miss you
(Love, love)
I wanna hold you and kiss you
(Love, love)
Do you know what it takes?
(Love, love)
But I know that

I forgive if you're still aware
But listen to me honey,
This is not fair
When you come again
Cause whit this feeling honey,
I do not stand
And I should keep you if you run away
But if you miss me honey,
I'll be okay

(Love, love)
Don't you know what it is?

This is my reply to you.
I've told you words are failing me. But music never does...
I am lucky and you...
You do make me smile.

Now a little challenge... tell me, when you think of me, what song do you hear in your mind?
And what song would you choose to describe you?

03 August, 2009

Ele: "bla bla bla... pardais ao ninho" [Era meia-noite e eu tinha trabalho no dia seguinte, mas era algo relacionado com esta seguinte frase]
Eu: V., não julgues uma rapariga só pelo pacote...
Ele: Então, apartir de hoje, vou-te lembrar que foste tu que disseste isso.
Eu: Lembra. É algo que deves seguir, religiosamente. Qual 11º Mandamento. Ou não fosse eu JESUS!

- - - - -

Dias depois...

Eu: "blá blá blá... pardais ao ninho" [Mas assunto relacionado com homens, claro!] Mas não se deve olhar só para o pacote...
Ela: Pois, olha para um certo pacote C.L, alto, loiro... pr
[Interropção]
Eu: ...incipe dinamarquês. Sim, eu sei. Vou sofrer com essa até ao fim da vida, não vou? *enquanto revirava os olhos* Já sei! Para próximo, quero um talhante! E tu, ficas com o GNR!

Porque a vida é irónica. Eu sei! :|

02 August, 2009

While she was singing my mind was playing this...



Funny how since the "creator", his voice, the way he sings life... have become me in such subjects. Once again, you are present at my turning points. [Is this a U-turn?]
'Cause there are days when I insanely ask... for you to give them words, thoughts, "truths" and beliefs back... to me.

- - - - -
Doi quando a verdade está nas palavras de outros. Tão certa quanto surpreendente. Doi quando a aceitamos. Ao seu golpe e à sua dor. E doi, no tormento, de saber que não nos conseguimos levantar sozinhos.
 
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