02 November, 2009

Sábado li:
"Encontra um homem bom e procura imita-lo. Encontra um homem mau e examina-te a ti mesmo."

Hoje entrei pela porta para dar um bocadinho mais de mim. Para fazer o que muitos (ou serão poucos?) fazem.
E do responsável ouvi a certa altura: "Obrigada por dispores do teu tempo. Porque muitos não percebem que só dando poderão receber." E sorriu-me.
Mas será que ele não vê que eu não estendo apenas a mão? Atravesso essa porta à procura de pessoas, da próxima que me salvará. Eu não dou ponto sem nó.
Sou self-absorved? Não sei. Calculista? Se calhar... Dou porque quero ver os outros melhor e saber que tive algo a ver com isso. Mas... também dou por mim. A ver quando me dão algo. (Se calhar não devia estar a escrever isto...)
Costumo pensar: "A principal diferença está em que eu sou altruísta e ele egoísta". Não duvido disso. Porque quando o meu egoísmo vem ao de cima... está sempre apoiado nos outros.

E depois? Chego a casa e ouço "a minha voz" do outro lado da linha: "É cruel. Mas a revolta está em elas terem seguido em frente e nós não".
Pois é.
Mas eu tento. Com todas as armas e forças que encontro.
Hei-de voltar lá!

13 thoughts unleashed:

Amordemadrugada said...

eu acho bem ke sim!
Entao lindinha...estáS bem?
vim (tb) desejar-te uma bonita semana, ta?
ke o sol brilhe em teu caminho
beso em tu Izzie
;)

Fatucha said...

Olá que esse teu altruismo para não só dar a mão, mas procurar quem queiras ajudar continue...nunca te arrependas, mesmo que remes contra a maré, vão ser mais as recompensas que as perdas! bjs

J.P. said...

Introspecções. Faz-nos sempre bem, Izzie.

Beijo,

Maxwell said...

Hallo ^^ Há quanto tempo não corria pelo blog (mesmo estando quase 10minutos atrasado para a próxima aula).

Here's my five cents:

Ora, pessoalmente, eu não acredito em actos altruístas. NINGUÉM dá ponto sem nó. Não existe ninguem que fassa algo a troco de nada porque é simplesmente inerente ao intelecto humano fazer algo e, em consequência obter outro (será um producto indirecto das leis de causa > efeito naturai?). Todos procuramos qualquer coisa quando fazemos algo, nem que seja sentir-mo-nos bem comnosco (graphya propositada) próprios. Consciente ou inconscientemênte existe algo que esperamos receber de volta de outro/alguém não sendo esta necessidade de troca restricta a qualquer àrea. Passa-se no amor, na amizade, na sociedade em geral--
Comtudo, gerou-se uma hypocrisia em torno do assunto e, por alguma razão, foi considerado um acto mal executar alguma coisa com fins definidos.

ANNUNCIATA said...

O nosso tempo é diferente. Do tempo dos outros, do tempo da própria vida. Por isso, enquanto vemos os outros sempre à nossa frente a apanhar o comboio primeiro do que nós, sentimo-nos frustradas, tristes, secas e crueis...
Mas também aprendi algo (o que eu aprendo quando me dão estas fases): enquanto todos os outros passaram pelas estações da vida sempre depressa demais, fugazes e superficiais, nós soubemos esperar. Ficamos na estação, naquela altura em que mais ninguém lá está a não sermos nós, o silêncio e nossa voz a sussurrar aveludadamente (qual Michael em tom barítono): Não faz mal, não tenhas pressa. Há sempre outro comboio e um novo porto um rumar".

É apenas nos pequenos momentos em paramos que nos encontramos e podemos ter a disponibilidade de aprender a amar (a nós próprios, aos outros, ao mundo) e a dar).

Até lá, sempre podemos ter o pequenino egoísmo de esperar, na estação em que estamos, e deixar mais um comboio passar. Até que nos cansamos e os pés começam levemente e ceder e a andar. Baby steps, rumo ao nada, rumo ao tudo que é a nossa revelação interior.

E aí, anuncia-te!

Eva Gonçalves said...
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Eva Gonçalves said...

A bit of both...
:) we are only human...
big kiss

Daniel Silva (Lobinho) said...

Amiga,

Gostaria que deixasses no post abaixo a tua presença, até ao dia 15 deste mês para um jantar informal onde as tuas ideias para o mesmo serão bem vindas. Vá lá. Vai ser bonito e podes levar quem quiseres (ou não). Convite estendido a quem te ler.

Obrigado.

http://sairdaspalavras.blogspot.com/2009/11/jantar-de-bloguistas.html

1/2Kg de Broa said...

Ali um jovem disse que é impossível alguém dar algo e não esperar troco.

Discordo e mais, isso faria com que a palavra altruísta deixasse de fazer sentido.

E como para variar não percebi metade, cá vai: Não há mal em esperar alguma coisa em retorno. Mal há em não dizer que se está à espera!

Anonymous said...
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Anonymous said...
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1/2Kg de Broa said...

Qué do comentário do chinês? Fdx, agora que eu vinha aqui responder-lhe! :D

Miuda Do Armário said...

acho que é sempre um misto das duas. Mesmo que não esperemos nada em troca, vamos acabar sempre por sentir alguma coisa em nós, uma especie de sentimento bom que nos acompanha sempre que fazemos algo em prol de alguém.

é sempre bom dar e receber =)

fica bem =)

 
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