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Areia também é parte do cimento, também solidifica. Molhada ajuda a construir castelos e bolos de fantasia mesmo ao pé da rebentação da água.
Vejo o dia-a-dia como areia. De todos estes tipos. Que também pode ser daquela, decorativa, cheia de cor, que existe como apontamento, para fazer a diferença.
Sim, sinto muita coisa a fugir-me. Muita coisa que não compreendo.
Sim, tenho também momentos que ficam, mesmo que eu não me esteja a esforçar.
Neste momento, tenho só um bocadinho de areia, que cabe na palma da minha mão pequena.
Um bocadinho que tem miríades. Um bocadinho feito de milhões de partículas.
Tenho medo e ansiedade. Saudade e vontade.
Sou humana e vou fazer equilibrismo para perder o mínimo possível de grãos todos os dias.
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Há um ano atrás... e estranhamente, tudo o que me continua a apetecer é Jorge Palma e Tiago Bettencourt, sentindo-me como a Susana Félix. E sonhar. E sorrir. E realizar.
Tenho sonhos/notícias para partilhar convosco. Fantasias. Os meus passos em frente. Ando no marasmo, mas com planos.
Mas não quero ser só o que está para vir, não quero ficar obcecada por algo que ainda não aconteceu e que não sei como vai correr. Por isso continuo apenas a escrever o que não consigo passar, como deve ser, cá para fora.
E acima de tudo, este fim-de-semana, tenho que agradecer à S.
3 thoughts unleashed:
És apenas humana...
Faz parte da vida essa areia, por pouca que tenhas agora, tens de continuar a equilibra-la ;)
Força! :D
Beijinho
Linda, sou franca, eu quando li o titulo deste texto pensei logo nas bolachas chamadas Areias, lol!
Beijinhos,
Sofia
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