15 March, 2011

Ainda hoje assumi: não ando a primar pela paciência para as pessoas. Não ando muito blogger.
Passo o dia a desejar não pensar. Não tenho muito para dizer, a minha mente está em loop, numb, sempre no mesmo deserto árido, sempre com a mesma paisagem..
Poucas são as pessoas que "permito" estar ao meu lado e mesmo assim, quando lá estou sou só o invólucro.
Doi-me ver a minha mãe a definhar - e morro de medo de acabar assim, rai's partam a carga genética. Doi-me estar entregue a um mundo que magoa, trespassa e aniquila. Doi-me estar entregue à minha Sorte, quando não sinto sorte nenhuma.
Calo-me, porque se falo, quase o faço a chorar, engulo as lágrimas e fujo das pessoas.

Valha-me a "liberdade", que está para chegar.

Tenho o teu abraço cheio
Com a solidão no meio
Que não me deixa abraçar
[...]
Tenho o corpo a correr
Tenho a noite a trespassar
[...]
Deixa andar
Deixa ser
Quando queres entender o que não podes disfarçar
Escolhes não sentir mas não é teu para decidir
[...]
Mesmo longe caiem rosas
Como pedras preciosas
Que confundem a razão
[...]
Tiago Bettencourt & Mantha - Largar o que há em vão

8 thoughts unleashed:

João(mais nada) said...

beijos.

anf said...

um abraço virtual e muitos beijinhos

Gonçalo said...

Solta todas as lágrimas a que tens direito e depois renasce!
Conto contigo e estou presente.

:)

Poetic GIRL said...

Também tenho-me sentido assim sem vontades de partilha,apenas o recolher obrigatório dentro de mim mesma, bjs

Nokas said...

Há dias assim, depois passa :)

pinguim said...

Um beijinho com uma mensagem: Força!

Margarida said...

Um grande beijo... e um sorriso... :)

(Novamente nos encontramos nesse sentir...)

AVOGI said...

vá lá ...sorri
kis :=(

 
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