26 October, 2010

Ontem, no metro descobri a metáfora que me define neste momento:
Sou um balão.
Que vive do sopro, do ar que entra. De cada palavra, visita, vista, vez.
Aí, revivo. Ganho forças. Paciência.
Mas quando deixada no canto, começo a mirrar.

Percebi isto enquanto lia o livro-oferta do coração da B..
Em que me cruzei com a Mélodie. E pensei. Eu sempre achei que fosse ser assim. O Mundo é incrível quando temos 15 anos...
Mas falta-me o cão. O castelo. E os netos. As memórias. E as fotografias.
E a loucura. E a coragem.

2 thoughts unleashed:

Poetic GIRL said...

Por momentos então desejamos que alguém nos agarre, que não deixe fugir o balão mas o encha de vida outra vez... bjs

estrela cadente said...

que nunca te falte a vida, a força, a coragem. Que o teu balão, mesmo pequenino, seja sempre sinónimo de felicidade. Nunca, mas nunca, o deixes furgir. Agarra-o, como quando agarras a vida. Beijinho desta que tão bem te compreende, não fosse eu pensar exactamente dessa forma :)

 
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