Powered By Blogger

27 September, 2011

26 September, 2011

Será um erro deixarmos que nos vejam sem defesas? Mostrarmo-nos descalços, despidos, em carne e osso? Flanquearmos a porta, estendermos a mão? Permitirmos o toque, oferecermos a confiança, darmos pedaços do melhor em nós?
Seremos mais felizes se não amarmos, se não permitirmos que nos amem? Se não não abrirmos o coração e partilharmos a vida? Se nos escudarmos atrás de máscaras, esquemas, frases feitas? Se fugirmos de nós mesmos fugindo de quem nos toca?
Seremos mais felizes se optarmos pela dormência em nós? Pela indiferença calculada em relação aos outros?

Seria mais feliz se não sentisse?
daqui

Sempre me orgulhei de sentir muito, de pensar demais (ok, isso se calhar não tanto...).
Costumo ter muito este medo. Já fugi quando reparei que me viam demasiado bem.
Costumo perguntar-me muito, se erguer muros é a melhor maneira de lidar com o mundo.
Não condeno nem apoio. Pergunto mesmo. Assumo que levo a minha vida assim.
Talvez esta visão da vida venha da minha história de encantar favorita da infância: a Rapunzel... Acho sempre que cavaleiro que é "o"Cavaleiro, vai chamar lá de baixo e subir o muro para me resgatar e mostrar o mundo que eu só conseguia ver, ao longe, do topo da torre - o problema é que o meu cabelo só agora está a ficar comprido.

Estou um turbilhão.
Estou esgotada. Dou por mim a pedir para parar. Para tirar um tempo do que corri atrás, do que me dediquei. Sonho com uma vida que, há um ano, considerava fútil, desprovida de objectivo real. Mas o mundo lá fora drenou-me... e eu posso sonhar, não posso?
Há sombras que me perseguem e pequenos brilhos no horizonte, incandescentes, mas fugazes (long live karma).
Mas sei, vivi neste fim-de-semana a certeza de que sou mais, vivo mais, dou mais, quando sinto, quando lembro, quando toco, quando confio.
A máscara será sempre minha, nua nunca estou, serei sempre pedaços, mas estendo a mão à minha maneira,  sou mais eu.


25 September, 2011

Faz-me mal cruzar-me contigo.
Com o teu mundo, as tuas novidades, a tua nova vida.
Faz-me mal pensar em ti, atrasa-me o avanço, aumenta-me as dúvidas, faz-me querer voltar ao sítio de onde fugimos.

Tendo em conta o tempo que passou, as voltas que demos, num mundo tão aparentemente próximo e que só me mostra que nunca estivemos perto, pergunto-me: devia ter-te tido?

23 September, 2011

É 6ª feira!
Vamos todos fazer Aai Uui, como o Rui Reininho...
Até porque esta é a única música que gosto dos GNR.
Have a great one [Eu cá vou fazer mais uma visitinha à A1].

22 September, 2011

Se calhar devia exteriorizar aquilo que penso e que sinto com as pessoas certas. Com as pessoas que merecem. Mas não o faço. E depois? Depois passo a vida mal disposta com tudo e com todos. Às vezes respondo mal a quem não devia, nem tem nada a ver com o que me apoquenta. O pior de tudo? É ter noção disto e não conseguir evitar e não saber o que fazer para não ser bruta como os comboios [...] daqui

É isto, mas eu, a minha vida, a minha cabeça e o que me rodeiam, não dão para mais.
Acho que me vou mudar ali para a Estação de São Bento. Fico perto da "família" e tenho vista para momentos passados bonitos.

20 September, 2011

19 September, 2011

Contra os meus próprios princípios aviso que este cantinho ficará, de hoje em diante, um pouco mais parado.

Todos os posts publicados entre amanhã e o princípio de Outubro estão agendados já há algumas semanas.

Contudo, não consigo manter a máscara de que a vida flui deste lado, apenas porque desse lado o esperam.
Há demasiadas nuvens negras deste lado, demasiado cansaço.

Quando e se conseguir retornar, serão os primeiros a saber.

Um beijo com carinho, a todos os que, em qualquer um de todos estes dias passados, passaram por cá,

izzie

16 September, 2011

A verdadeira música poderosa!
Apela ao lado sonhador, ao lado quente e feminino de todas nós - e de alguns meninos também, vá...
[E ter esta ginástica toda?! Upa, upa...]
Pump up the weekend - porque hoje há fêta!

15 September, 2011

Do quão difícil se torna celebrar esta data, todos os anos, ser original, ser gira?
Porque me pergunto se as palavras todas já não foram todas ditas.
Porque já não sei se há sentimentos que nos retratem para além do habitual.
Porque o que se oferece e diz aos outros não serve, não chega, não é valioso o suficiente para ti.
Tens noção do quanto, do que, do como eu sinto por ti? - Isto quase, mas só quase, parecem as 5 perguntas das nossas aulinhas do 1º ano, olha que bela memória para começar o dia, hã?!
Se bem que nós não somos amigas...
Chegas àquela idade que, nos meus sonhos, nos meus devaneios de criança, sempre me pareceu mágica e certa, perfeita para ter tudo o que se imagina - sim, tu brincavas com Barbies, eu imaginava as idades em que atingiria certos e determinados marcos da vida.
27 anos...
Mais do que desejar-te tudo de bom, tudo o que imaginas e já não sonhas, mais do que ser como os outros, quero ser mais de nós. Mais de EU. Porque afinal tenho tanto para te dizer, e quero viver tanto contigo.
Que esteja sempre 360 dias atrás de ti. Que me curve perante ti e te venere, aos olhos dos outros.
Só eu sei, só tu sentes.

E para variar, deixo-te o padrinho da Riiiiiitaaaaa. Que o Sr. escreveu mais uma letrinha catita que até encaixa no dia de hoje.

Em honra a você, My Cristina:
Did you say it? 'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.' Did you say it? 'Cause I did and I do. Amo-te - e fora os todos os outros dias, quero dizer isto mais umas 73 vezes neste exact day. Pode ser?
Sendo as últimas décadas com os nossos bichanos (e vai ter que haver um Sócras!) em Francelos a beber chá com torradas e compota às 6 da tarde. Dessa não te escapas...

14 September, 2011

 
Copyright (c) 2010 Unleash your thoughts.... Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.