13 November, 2008

Estas primeiras páginas deste caderno - que mais cedo ou mais tarde será esquecido - mais parecem saídas de livros de poesia.
O mais estranho?... Nunca fui poetísa, nem olhei mais de duas vezes para as palavras dos outros, para além do seu valor literário, claro! - ossos do ofício.
Contudo, in the current state of mind, sinto-me envadida por elas... como se falassem por mim.

Este poema chegou até mim de uma forma bastante fútil (através de um blockbuster americano) mas foi, de certeza, enviado with some embeded second meaning. Olho para o calendário e vejo que se aproxima a data, e porque não quero perder mais estas palavras:

I carry your heart with me
(I carry it in my heart)
I am never without it
(anywhere I go you go, my dear;
and whatever is done
by only me is your doing, my darling)

I fear no fate
(for you are my fate, my sweet)
I want no world
(for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you

Here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;
which grows higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart

I carry your heart
(I carry it in my heart).


Tudo aqui aponta para ti, traz a tua lembrança, a nossa palavra. Fico feliz pelo que tive e amaldiçoo o que te tiraram e, consequentemente, me roubaram.
Mas ouço-te, e ao tamborilar dos teus dedos. E consigo sorrir no final.

2 thoughts unleashed:

CJ said...

this is one of my favorite poems ever (its by ee cummings).

izzie_tisha said...

yeh, I know.. I love it too (that's kind of what it says there in portuguese... ;))
Thanks for coming to check =)

 
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